Como
todos somos diferentes..., não há nada mais natural que as regalias e
privilégios de certas classes feudais instaladas ou engajadas no Serviço
Público.
Estes têm as suas prerrogativas dispostas na
Constituição, volta e meia abrindo exceção ao seu Artigo 5º que reza, ou
melhor, murmura... que ”todos são iguais perante a lei, sem distinção
de qualquer natureza”.
Com tantas “igualdades”
circunscritas..., de uma vez por todas, a Carta Magna patenteia às
pessoas comuns que em Sociedade existem castas nobres, menos nobres e o
Povo. Isto porque garante a determinados Servidores do Estado reajustes
especiais de salários, férias especiais, aposentadorias especiais,
vitaliciedade, inamovibilidade, promoção compulsória, foro privilegiado,
imunidade !
Eles são os servidores do Poder e não os
servidores da Pátria, já que têm o poder de legislar, direta ou
indiretamente em causa própria, sem se incomodarem com a existência do
Povo, cheio de deveres para com o Estado e sem poderes para barrar esses
procedimentos.
Fica difícil entender os privilégios constitucionais com que os componentes do Governo se
diferenciam do Povo. Meditar sobre estas relações é preciso para se
compreender e exigir que o cidadão comum deva compartilhar dos
benefícios da arrecadação pública numa proporcionalidade mais
equilibrada que a atual.
O Povo não merece ficar à mercê da atual atividade assitencialista do Estado :
Para os servidores do Poder, a recompensa e os “direitos”.
Para o Povo, a esmola e os deveres ? É Justo ?
Lembremo-nos que assim como por trás de um grande homem, há sempre uma
grande mulher, também por trás de um grande País, há sempre uma altruísta Constituição de Deveres Recíprocos das pessoas fisicas e juridicas.
Uma grande mulher é modesta e
objetiva nas suas aspirações; não é vaidosa em excesso;
não é egoísta e, muito menos, desonesta para com o seu
parceiro, a sua família e o seu povo. Não se prostitui, não é ordinária.
Ela é “pé no chão”; altruísta, está sempre preocupada com o futuro da família, da
Posteridade.

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