A nossa Constituição, não precisa de
lipoaspiração, não.
Precisa de uma Cirurgia Bariátrica .
Os Deveres constitucionais do Estado e das
pessoas, físicas e jurídicas,
foram esquecidos por uma espécie de “pacto de silêncio” para que o Estado ditatorial,
"onipotente", seja o responsável pela concretização dos "
direitos"
fundamentais do Povo, obrigado-o a pleitear em juízo a satisfação desses "direitos" que deveriam estar assegurados nos Deveres Constitucionais da Pessoas Físicas e Jurídicas, Públicas e Privadas.
A Constituição tem
um notável cuidado em “garantir direitos” ao Povo, ignorando a
máxima de que não há direito que não se
vincule pelo menos a um dever, tanto do Estado quanto do Cidadão. Criou
a ideia do direito absoluto de
todos por tudo, ao querer igualar os desiguais e para isso
criou uma "lista telefônica" com privilégios travestidos de direitos de
alguns "picaretas" do Congresso e dos seus grupos de interesse que os
financiam e os colocam no poder.
O ministro e senador José Serra defende uma "lipo"na Constituição e
se alinha aos especialistas que detectam
nela a raiz dos problemas fiscais hoje enfrentados pelo
País:
“É evidente que boa parte do problema fiscal brasileiro surgiu da
Constituição de 1988”, afirmou. “A meu ver, entre outras coisas, porque a
forte descentralização de receitas não correspondeu a uma
descentralização de encargos.”
Outros problemas foram o aumento dos encargos trabalhistas e a
concessão de estabilidade no emprego para funcionários públicos que não
haviam passado por concurso. O “trem da alegria”, como ficou conhecido
na época, ocorreu nas três esferas de governo.
Por outro lado, o ministro alertou que nem todos os problemas
fiscais existentes hoje são decorrentes da Carta. “Outra parte deles
veio simplesmente da má gestão, principalmente no segundo governo Lula, e
subsidiariamente, na gestão Dilma.”
