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7 de jun. de 2016

150 - Estratégia Contra a Pobreza

E - Estudo -  educação
S - Sabedoria - eficácia
T - Trabalho - metas -objetivos
R - Reserva  monetária  - fundo de poupança
A - Auto suficiência  - aposentadoria tranquila
T - Tolerância - convivência grupal
E - Ética  - evitar erros  - transparência  - confiabilidade
G - Governança - planejar - cumprir
I -  Imposição disciplinar - responsabilidade - independência
A - Ajustes estratégicos - flexibilidade

C - Cooperação governamental na auto suficiência  do  trabalhador
O - Ordenamento jurídico  específico na obrigatoriedade  de 
      participação do trabalhador em fundo de investimento para a velhice
N - Negociação livre, sem interferência  governamental, do
      contrato de trabalho
T - Transferência monetária de todas as obrigações
      trabalhistas , revertidas em  aumento real do salário
R - Responsabilidade governamental no incentivo à cultura
      de o trabalhador  economizar para o futuro
A - Autonomia  incentivada  pelo governo para o trabalhador
      decidir sobre outros investimentos não obrigatórios

A - Ajuste estatal da estratégia funcional e  monitoramento
      da  situação  econômica e social

P - Prioridade para acabar com o paternalismo estatal e cuidar
      da auto suficiência através do trabalho e poupança
O - Ordenação  estatal na orientação e monitoramento do
      trabalhador nos cuidados com seu futuro financeiro
B - Benefício  com bolsas de auxílio estatal, pago apenas para
      os pobres sem condições de saúde para o trabalho
R - Regulamentação estatal  para flexibilizar  os turnos de trabalho
      de 4 a 8 horas com pagamento por período semanal ou mensal
E - Ensino, educação  e encaminhamento dos pobres sem
      trabalho para simples atividades regionais incentivadas
      pelo Governo
Z - Zelo e rigorosa punição estadual  pelos crimes cometidos
      contra o Erário, a moral, a ética e a Segurança Nacional
A - Atuação estatal no incentivo fiscal às grandes fortunas
      para promoverem socorro, apoio, ajuda e colaboração  no
      combate à pobreza.
O Estado deve elevar a demanda de mão de obra através de medidas como:
privatização de empresas estatais, pois o governo falido perdeu a capacidade de investir; eliminação de restrições ao capital estrangeiro, que geraria empregos e traria tecnologia; diminuição dos encargos sociais e burocráticos, que oneram o custo da contratação.





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