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7 de jun. de 2016

165 - Deveres Humanos e a Pena de Morte

Viver é um perigo...!
Se é um perigo, mesmo quando cumprimos nossos Deveres, o que poderá acontecer à Coletividade cheia de Direitos, quando descumprirmos esses Deveres e  conseguirmos 
não ser punidos rigorosamente pelo Estado ? 
É por este motivo que reclamamos dos legisladores uma nova
Constituição com Deveres preventivos para todas as Pessoas Físicas e Jurídicas, públicas  e privadas.
Como diz a sabedoria popular: "prevenir acidentes, é dever de todos".
Somos cópia e reféns dos imprevistos atos da Natureza que tudo cria e tudo destrói.
A Natureza caótica e perversa, repassa suas vicissitudes ao Ser Humano, inculcando-lhe, a Seu jeito, um instinto infantil. A criança em estado de Natureza  só tem Direitos. Detesta os Deveres. Tem o prazer de erguer  um grande monte de areia ou uma torre,  mas se diverte mesmo, é quando os destrói. É o que acontece com as maravilhosas obras da Natureza perversa que tudo constrói e tudo destrói.
Mesmo quando cumprimos os nossos Deveres,  tomamos todos os cuidados, mesmo assim, podemos ver nossas vidas ou  o fruto de nossas atividades sendo destruídos por um  "ato de Deus" ou de um Ser Humano agente do Mal.
O  Ser Humano ganhou da Natureza apenas dois Direitos absolutos ( nascer e morrer) ; um Direito relativo ( viver, "se Deus quiser"); e diversos Direitos subjetivos (arbítrio e liberdade para proceder Bem ou Mal)  em estado de natureza perversa,  livre para praticar o Mal; até acabar com a própria vida. O natimorto, feto viável que foi expulso do útero materno, nem chega a exercitar os Deveres Humanos provenientes das  vicissitudes da vida. Tem apenas o Direito de nascer e morrer. Para nós,  sobreviventes do Bem, a Natureza reserva  muitos Deveres naturais subjetivos a cumprir a fim de zelarmos pelos tão sonhados e apregoados Direitos intitulados inalienáveis, tais como a vida, a liberdade e a esperança da felicidade que se bebe ... por um vazo que está rachado ...quando chega à boca está apenas com algumas gotas ... de Direitos Subjetivos, fruto do cumprimento de nossos deveres.

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