Os Estatutos dos Partidos quase
nada “dizem” sobre a qualidade ética dos seus afiliados, uns
conservadores de regalias presentes, outros defensores de regalias
futuras e outros menos poderosos a serviço de qualquer dos dois. Resta
aos poucos políticos do Bem desfiliarem-se dos seus Partidos,
juntando-se aos cidadãos honestos , apáticos, não energizados
politicamente que aceitem fundar o
POP Partido Ordem e Progresso
que engaje todos os homens e mulheres de bem, com ou sem bens materiais, sem religião definida ou
determinada, sem ganância, sem racismo, sem ódio, sem inveja, sem
antecedentes criminais, sem representar categorias profissionais, sem
tendências contrárias aos Deveres Recíprocos Sociais e Estaduais; que defenda o rigoroso cumprimento dos deveres de cada componente da Nação para
alcançarmos os tão desejados benefícios individuais e coletivos,
chamados egoisticamente de "direitos”. O que nos leva a defender criação do POP é o fato de estarmos assistindo ao desfile de uma parte de
dirigentes políticos com um fim melancólico, se não trágico,
porque se deixaram levar pelo engodo do poder pelo poder. Alguns se
intitulam enviados de Deus para governar; julgam-se pequenos
deuses, onipotentes. Quando caem na realidade, já é tarde; a
Providência já se encarregou de lhes dar o fim de vida que jamais
almejariam. Infelizmente, para eles o egoísmo e a obstinação falaram
mais alto. Deles, não precisamos citar nomes. A História está cheia
desses exemplares de poder mal sucedido. Outros se intitulam defensores
dos “direitos” do cidadão, desde que, particularmente os beneficie. Quando o Estado tenta sanear a injustiça social, os defensores das vantagens se insurgem alegando, desde os famigerados
“direitos adquiridos”, até ao hipócrita argumento de atentado à
liberdade e à democracia, como se estivesse em causa o interesse
nacional, quando na realidade estão em jogo os seus privilégios
ilícitos, disfarçados de institucionais. É clara a distorção, mas estes poderosos têm
a facilidade de legislar ou mandar legislar em causa própria. É por isso que precisamos do POP para que o Estado possa inibir essa
tendência natural com leis voltadas para nossos deveres de uma vida social mais honesta..
Só os deveres recíprocos asseguram os direitos !
www.debitandodeveres.blogspot.com
3 de jun. de 2016
081 - Estadistas. Formação. Curso Preparatório
Constatamos
um certo descontentamento por parte de eleitores mais esclarecidos
sobre quais os candidatos que merecem o seu voto. Tantos são os
despreparados ou desqualificados que os Partidos nos apresentam.
Verdadeiros picaretas, oportunistas, despreparados para o exercício
honesto da função pública e social, que encontram no cargo apenas um
meio de alcançarem os objetivos pessoais: poder, enriquecimento e impunidade. Eles deveriam ser sabatinados pelos Órgãos que controlam e fiscalizam as eleições, tamanha é a responsabilidade que os eleitos vão ter no futuro dos destinos do Brasil e na Segurança Nacional. Deveriam ser aprovados por um curso preparatório de política sócio econômica, obrigatório que teria a incumbência de formar futuros estadistas, para se poderem alistar no seu Partido que teria
a responsabilidade de analisar a vida pregressa do candidato com ficha
limpa, para depois apresentá-lo ao Órgão Eleitoral encarregado de sua
aprovação.
Duas condições seríam exigidas para ser admitido como aluno, ter pelo menos instrução secundária e ficha limpa. Essas exigências facilitariam encontrar o candidato a estadista que desenvolveria durante o curso preparatório os princípios de um governo eficiente, tais como: os princípios da arte de governar, liderança política sem limitações partidárias, o desenvolvimento do País com profissionais não vinculados a partidos, dar o exemplo de cumprir e fazer cumprir os deveres recíprocos, defender um plano de desenvolvimento sócio econômico, criar parâmetros de remuneração mínima e máxima para todos, incentivar as grandes fortunas a efetuar doações à Previdência Social, convencer o Congresso a tornar simples e objetivos os princípios constitucionais embasadas em deveres recíprocos que possibilitem a reforma das leis políticas, judiciárias, tributárias, trabalhistas e previdenciárias, ter firmeza para enfrentar a criminalidade e defender sua rigorosa punição, com indenização às vítimas e ao Estado, defender a pena de morte para criminosos que afetem a Segurança Nacional, promover a criação de novas frentes de trabalho, promover o investimento e desenvolvimento regional para aumentar a fixação, sem esmolas governamentais e com dignidade, das pessoas em seus Estados de origem, dedicar as maiores parcelas possíveis do orçamento para a criação de novas escolas e hospitais e justa a remuneração dos respectivos profissionais, ser um exemplo de honestidade, para que seus concidadãos sejam incentivados a pagar seus impostos e sentir a segurança de que eles serão aplicados no desenvolvimento e bem-estar de todos, prometer que a bem da Segurança Nacional, se empenhará em combater o atual feudalismo corporativo, que vai desde a GUERRA INTERNA do crime organizado à corrupção descarada, e implicitamente à impunidade, péssimo exemplo para as pessoas honestas que ainda restam neste País.
Duas condições seríam exigidas para ser admitido como aluno, ter pelo menos instrução secundária e ficha limpa. Essas exigências facilitariam encontrar o candidato a estadista que desenvolveria durante o curso preparatório os princípios de um governo eficiente, tais como: os princípios da arte de governar, liderança política sem limitações partidárias, o desenvolvimento do País com profissionais não vinculados a partidos, dar o exemplo de cumprir e fazer cumprir os deveres recíprocos, defender um plano de desenvolvimento sócio econômico, criar parâmetros de remuneração mínima e máxima para todos, incentivar as grandes fortunas a efetuar doações à Previdência Social, convencer o Congresso a tornar simples e objetivos os princípios constitucionais embasadas em deveres recíprocos que possibilitem a reforma das leis políticas, judiciárias, tributárias, trabalhistas e previdenciárias, ter firmeza para enfrentar a criminalidade e defender sua rigorosa punição, com indenização às vítimas e ao Estado, defender a pena de morte para criminosos que afetem a Segurança Nacional, promover a criação de novas frentes de trabalho, promover o investimento e desenvolvimento regional para aumentar a fixação, sem esmolas governamentais e com dignidade, das pessoas em seus Estados de origem, dedicar as maiores parcelas possíveis do orçamento para a criação de novas escolas e hospitais e justa a remuneração dos respectivos profissionais, ser um exemplo de honestidade, para que seus concidadãos sejam incentivados a pagar seus impostos e sentir a segurança de que eles serão aplicados no desenvolvimento e bem-estar de todos, prometer que a bem da Segurança Nacional, se empenhará em combater o atual feudalismo corporativo, que vai desde a GUERRA INTERNA do crime organizado à corrupção descarada, e implicitamente à impunidade, péssimo exemplo para as pessoas honestas que ainda restam neste País.
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