Não é à toa que se diz que um santo que é santo peca sete vezes ao dia.
E bem prega São Tomaz, façamos o que ele diz e não o que ele faz ...
Na ditadura de 1964, eu era chefe de vendas da indústria de tintas CIL. Tentei vender um lote de tintas ao capitão comprador do 22° Batalhão de Caçadores de Osasco, oferecendo 3% sobre a compra para ele destinar para o clube dos oficiais, comissão que deixaria de pagar ao vendedor, por se tratar de uma venda direta. Ficou escandalizado, mas vendi descontando os 3% no valor da compra. Admirou o meu jeito de tentar corrompe-lo e disse-me que era neto de general e que foi a corrupção um dos problemas que motivou a revolução. Para a minha empresa esse tipo de comprar os compradores era rotina !
Eu apenas representava ser uma pessoa honesta. Aliás naquele anos de ditadura soube que um ministro civil pediu, mas não levou, 10% de comissão e uma casa na Suíça para facilitar a venda de uma hidro elétrica francesa; e que um filho de um ministro general cobrava 6% para conseguir empréstimos no BNDES. Portanto, só uma
DITADURA CONSTITUCIONAL DE DEVERES RECÍPROCOS PÚBLICO PRIVADOS,
com direito...a PENA DE MORTE pode ajudar a coibir os crimes contra a Segurança Nacional que matam muito mais que o latroínio.
Para temer ...
Precisamos, ser policiados por nós mesmos e, principalmente, por leis severas que nos incutam MEDO de ser punido até com a PENA DE MORTE por quebra do Contrato Social e da Segurança Nacional. Está mais que provado por qualquer pessoa, santo ou pecador, que a ocasião faz o ladrão. E essa ocasião aumenta à medida que não nos sentimos vigiados e ameaçados. Quem não deve não teme, mas quem usa cuida ...
deve arrepender-se pagar pelo mal feito e comportar-se honestamente.
