Powered By Blogger

7 de jun. de 2016

163 - Pena de Morte. Medo. Obediência

O Ser Humano está contínuamente sendo moldado
à imagem e semelhança de Deus.
Está cada vez mais racional, compreensivo, benevolente,
misericordioso, a ponto de tolerar ou não considerar,
crimes tão graves, alguns dos previstos na Bíblia
que eram sujeitos a pena de morte.
"SEPARAI O JOIO DO TRIGO"
Diz a Bíblia :
(Jesus, num discurso por parábulas)
Envangelho segundo São Mateus 13:24.30
"Colhei primeiramente a cizânia,
e atai-a em molhos para a queimar,
mas o trigo recolhei-o no meu celeiro".
A lei do Antigo Testamento ordenava a pena de morte
para vários atos:
assassinato (Êxodo 21:12),
sequestro (Êxodo 21:16),
deitar-se com animais (Êxodo 22:19),
adultério (Levítico 20:10),
homossexualismo (Levítico 20:13),
ser um falso profeta (Deuteronômio 13:5),
prostituição e estupro (Deuteronômio 22:4),
e diversos outros crimes.
No entanto, Deus frequentemente demonstrava misericórdia
quando a pena de morte era dada. Davi cometeu adultério e
homicídio,
e mesmo assim Deus não exigiu que sua vida fosse tirada
(2 Samuel 11:1-5, 14-17; 2 Samuel 12:13).
No fim das contas, todo e qualquer pecado que nós cometemos
deveria resultar na pena de morte (Romanos 6:23).
Felizmente, Deus demonstra o Seu amor por nós não nos
condenando (Romanos 5:8).
Quando os fariseus trouxeram a Jesus uma mulher
que havia sido pega em adultério e perguntaram a Ele
se ela deveria ser apedrejada, Jesus respondeu:
“Aquele que dentre vós estiver sem pecado seja
o primeiro que lhe atire a pedra” (João 8:7).
Isto não deve ser usado para indicar que Jesus rejeitava
a pena de morte em qualquer situação.
Jesus estava simplesmente expondo a hipocrisia dos fariseus.

Nenhum comentário:

Postar um comentário