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7 de jun. de 2016

151 - Contrato de Trabalho

Devido à incorporação de novos conhecimentos e tecnologias diversas, reduzir o tempo de trabalho é  inevitável. É necessário projetar espaços de aprendizagem para as profissões, para a formação plena dos indivíduos, para o lazer e, especialmente,  para responder ao desemprego, às desigualdades, à inatividade e à pobreza.
A flexibilização contratual, deve permitir que o indivíduo e a entidade patronal celebrem contratos de trabalho com duração de 4, 6, 8 ou 12 horas/dia útil que deixe tempo livre, se assim desejarem os contratantes, para outras atividades do trabalhador, entre elas, o estudo. Ela aumenta a disponibilidade de vagas, a arrecadação de impostos, a possibilidade de melhor nível escolar do cidadão e diminui os picos de trânsito, o consumo de combustível e, principalmente, o desemprego.
Trabalhar menos para diminuir o desemprego ! 
As leis trabalhistas de cunho paternalista, só dificultam o desenvolvimento econômico e social. Enquanto o trabalhador contar com os “benefícios” de FGTS, 13º salário, abono de férias, horas extras, insalubridade, periculosidade, etc., não conseguirá crescer no aprendizado do dever de ser responsável por sua segurança, sua saúde, sua economia, seu futuro, sua aposentadoria de fato, através da sua poupança e seus investimentos financeiros.
Ele deve exigir melhor salário ou mudar de emprego, que será tão mais fácil quanto menos obrigada estiver a entidade patronal a esses deveres paternalistas.


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