A Segurança Nacional
exige o dever da centralização de comando e a posterior unificação das
polícias estaduais civil e militar afim de se possibilitar a eficiência
no combate ao crime e às guerrilhas. Para tanto, deve ser
consolidado o Sistema de Inteligência de Segurança Pública através da
integração dos seus órgãos federal e estaduais, sob a supervisão do
Ministério Público da Segurança Nacional.
O
Estado para firmar o
estágio de confiabilidade, ao apoiar a garantia da lei e da Segurança
Pública nos Estados e Municípios da União, tem o dever de intervir
militarmente quando necessário e a pedido dos respectivos chefes
executivos.
O Ministério Público da Segurança Nacional
a ser criado deve ser encarregado da execução das tarefas atinentes ao
bem-estar público e social pela via da prevenção e punição dos
criminosos que afetam a Tranquilidade Nacional. O
Ministério Público, a Polícia Federal, o Sistema de Inteligência de
Segurança Pública e a Agência Brasileira de Inteligência, através de
seus órgãos específicos devem atuar em conjunto para a eficaz punição
dos crimes contra a segurança pública ou a defesa nacional.
A divulgação deste plano deve patentear à população
os interesses nacionais, as ameaças à tranquilidade , os objetivos da
estratégia, tais como as desigualdades regionais a serem minoradas, a
saúde, a educação, a segurança, a justiça social,
o combate sem tréguas ao crime organizado, aos crimes da máfia da corrupção, do
colarinho branco, da “lavagem de dinheiro” e da guerrilha urbana, ação prioritária do
Governo Federal a fim de se melhorar o estado de confiança nas
Instituições Nacionais por parte da Sociedade e dos investidores .
O Estado deve criar um Tribunal de Segurança Nacional para julgar os crimes que afetam a Segurança Nacional, definidos
pelo Ministério Público e dos crimes contra a Soberania Territorial,
definidos pelo Ministério da Defesa.
Os roubos nos Órgãos Públicos e nas Empresas Estatais, matam muito mais do que os assaltos praticados pelos trombadinhas nos semáforos.
O
crescimento da prevaricação, da corrupção, da violência e da
criminalidade inquietam a população brasileira e os investidores
nacionais e internacionais.
Só os deveres recíprocos asseguram os direitos !
www.debitandodeveres.blogspot.com
2 de jun. de 2016
079 - Brasil. Pesca Oceânica. Mineração
O
Estado deve copiar a experiência japonesa que subsidia a agricultura
com o objetivo de fixar as pessoas no campo e gastar menos com elas do
que quando as mantém sem emprego nas cidades . O
Estado deve investir na tributação do consumo,
diminuir ou desistir de impostos sobre a produção, que desestimulam
os investimentos e exportações.
Pesca Oceânica Nacional :
Por Segurança Sócioeconômica, o Estado deve incentivar a modernização da frota, a introdução de tecnologia avançada, novos métodos de captura que garantam a sobrevivência das empresas brasileiras do setor. Deve incentivar as empresas ao uso de novas tecnologias para a produção de derivados, a criação de mão de obra especializada, o aumento da capacidade de armazenagem e principalmente a fazerem campanhas de vendas e marketing para o aumento da exportação ou consumo do pescado nacional e a diminuição das importações .
O Estado deve desonerar a produção diminuindo ou isentando-a de impostos, passando a cobrá-los do consumidor. Assim barateia e aumenta a produção, melhora a produtividade, aumentando a capacidade de exportar e cria novos postos de trabalho até para os trabalhadores temporários que poderiam ser aproveitados em terra e no mar.
Mineração :
Mais uma vez o Estado está cheio de boas intenções que estão sendo prejudicadas pela falta de vontade política: faltam os eficazes incentivos, o planejamento e a fiscalização dos conflitos de interesses legais e ilegais entre as mineradoras, as madeireiras, os “donos do garimpo”, os garimpeiros e os índios.
Em Vancouver, Canadá, há uma praça pública repleta de totens esculpidos e pintados em troncos de madeira com até 3 metros de altura, artesanato indígena, incentivado pelo Governo canadense que paga até 3.000 dolares mensais para os índios que lhe cedem suas terras para mineração, sem conflito.
O Estado dever incentivar o desenvolvimento regional, pela legalização da lavra e do beneficiamento da produção mineral, com o que passará a arrecadar impostos e divisas atualmente desviados com a atividade ilegal, e que proporcionarão a inclusão social dos trabalhadores do garimpo, da lapidação e afins.
Pesca Oceânica Nacional :
Por Segurança Sócioeconômica, o Estado deve incentivar a modernização da frota, a introdução de tecnologia avançada, novos métodos de captura que garantam a sobrevivência das empresas brasileiras do setor. Deve incentivar as empresas ao uso de novas tecnologias para a produção de derivados, a criação de mão de obra especializada, o aumento da capacidade de armazenagem e principalmente a fazerem campanhas de vendas e marketing para o aumento da exportação ou consumo do pescado nacional e a diminuição das importações .
O Estado deve desonerar a produção diminuindo ou isentando-a de impostos, passando a cobrá-los do consumidor. Assim barateia e aumenta a produção, melhora a produtividade, aumentando a capacidade de exportar e cria novos postos de trabalho até para os trabalhadores temporários que poderiam ser aproveitados em terra e no mar.
Mineração :
Mais uma vez o Estado está cheio de boas intenções que estão sendo prejudicadas pela falta de vontade política: faltam os eficazes incentivos, o planejamento e a fiscalização dos conflitos de interesses legais e ilegais entre as mineradoras, as madeireiras, os “donos do garimpo”, os garimpeiros e os índios.
Em Vancouver, Canadá, há uma praça pública repleta de totens esculpidos e pintados em troncos de madeira com até 3 metros de altura, artesanato indígena, incentivado pelo Governo canadense que paga até 3.000 dolares mensais para os índios que lhe cedem suas terras para mineração, sem conflito.
O Estado dever incentivar o desenvolvimento regional, pela legalização da lavra e do beneficiamento da produção mineral, com o que passará a arrecadar impostos e divisas atualmente desviados com a atividade ilegal, e que proporcionarão a inclusão social dos trabalhadores do garimpo, da lapidação e afins.
078 - Brasil. Agronegócio. Biotecnologia. Imigração
AGRONEGÓCIO :
O Estado deve incentivar as cooperativas agrícolas. Estas já respondem por uma grande parcela da produção nacional. Deve ser o meio de facilitar o desenvolvimento dos assentamentos do MST, Movimento dos Sem -Terra, que na sua maioria estão fadados ao fracasso por falta de perspectivas econômicas, tanto mais que uma grande parte de seus integrantes não tem aptidão para lidar com a terra e muito menos com a habilidade para desenvolver por si só o seu negócio.
O Brasil em tudo para desenvolver cada vez mais produtos agregados que se diferenciem dos produtos “in natura”, de vital importância para a sobrevivência, que melhorem o lucro, aumentem a qualidade nutricional, diminuam os custos mantendo a comida barata, aumentem a satisfação do cliente/consumidor, o hábito de consumo interno e o incremento das exportações.
BIOTECNOLOGIA :
O Projeto Genoma Brasileiro tem como objetivo ampliar a competência nacional das atividades de pesquisa e manipulação do genoma para a análise das sequências de nucleotídeos e de proteínas.
A Biologia Molecular faz parte da ciência genética responsável pelo estudo da reprodução, herança, variação e de aspectos relacionados à descendência.
Estuda o DNA, os gens, os cromossomos, os aminoácidos, as proteínas, as bases nitrogenadas, o códon e o genoma.
Que maravilha! O Brasil tem competência para se diferenciar cientificamente neste campo. Basta o Estado cumprir o dever de apoiar e incentivar novas descobertas que contribuam econômica e socialmente para o nosso prestígio internacional.
IMIGRAÇÃO :
Mais um setor em que precisamos imitar a grande potência americana.
Nos EUA , parece que apenas os imigrantes, predestinados para serem bem sucedidos na vida, ganham o visto de permanência como segue: Aos estrangeiros, quando a empresa lhes paga o que ganhariam os nacionais. A cientistas e técnicos desejáveis para o desenvolvimento do País. A capitalistas que se estabelecem naquele País. A perseguidos políticos, ideológicos e sexuais. Por sorteio, quando escolhem alguns pretendentes a imigrante, devidamente cadastrados e dotados de sorte...
O Brasil deve implementar política de incentivo à retenção de seus cientistas e técnicos que estejam sendo convidados a trabalhar e permanecer no Estrangeiro.
O Estado deve incentivar as cooperativas agrícolas. Estas já respondem por uma grande parcela da produção nacional. Deve ser o meio de facilitar o desenvolvimento dos assentamentos do MST, Movimento dos Sem -Terra, que na sua maioria estão fadados ao fracasso por falta de perspectivas econômicas, tanto mais que uma grande parte de seus integrantes não tem aptidão para lidar com a terra e muito menos com a habilidade para desenvolver por si só o seu negócio.
O Brasil em tudo para desenvolver cada vez mais produtos agregados que se diferenciem dos produtos “in natura”, de vital importância para a sobrevivência, que melhorem o lucro, aumentem a qualidade nutricional, diminuam os custos mantendo a comida barata, aumentem a satisfação do cliente/consumidor, o hábito de consumo interno e o incremento das exportações.
BIOTECNOLOGIA :
O Projeto Genoma Brasileiro tem como objetivo ampliar a competência nacional das atividades de pesquisa e manipulação do genoma para a análise das sequências de nucleotídeos e de proteínas.
A Biologia Molecular faz parte da ciência genética responsável pelo estudo da reprodução, herança, variação e de aspectos relacionados à descendência.
Estuda o DNA, os gens, os cromossomos, os aminoácidos, as proteínas, as bases nitrogenadas, o códon e o genoma.
Que maravilha! O Brasil tem competência para se diferenciar cientificamente neste campo. Basta o Estado cumprir o dever de apoiar e incentivar novas descobertas que contribuam econômica e socialmente para o nosso prestígio internacional.
IMIGRAÇÃO :
Mais um setor em que precisamos imitar a grande potência americana.
Nos EUA , parece que apenas os imigrantes, predestinados para serem bem sucedidos na vida, ganham o visto de permanência como segue: Aos estrangeiros, quando a empresa lhes paga o que ganhariam os nacionais. A cientistas e técnicos desejáveis para o desenvolvimento do País. A capitalistas que se estabelecem naquele País. A perseguidos políticos, ideológicos e sexuais. Por sorteio, quando escolhem alguns pretendentes a imigrante, devidamente cadastrados e dotados de sorte...
O Brasil deve implementar política de incentivo à retenção de seus cientistas e técnicos que estejam sendo convidados a trabalhar e permanecer no Estrangeiro.
077 - Brasil. Turismo Nacional. Segurança.
O Turismo regional está entre as atividades brasileiras mais geradoras de empregos, que
desenvolvem e enriquecem o País, fonte de Segurança Nacional, à medida
que exige do Estado o dever de acabar com a concentração e a violência
urbana, fruto das desigualdades sociais nas grandes cidades.
Gera empregos em todas as camadas sociais, desloca a riqueza de grandes cidades brasileiras e estrangeiras porque atrai capital, pessoas e novos investimentos para esses lugares turísticos e ajuda a fixar as pessoas em suas regiões de nascimento através de novas oportunidades de trabalho local .
Em 1987 tivemos uma campanha de turismo chamada “Passaporte Brasil”
Incentivou-nos a viajar de avião durante 23 dias pelas cidades litorâneas do nordeste, do norte, até Manaus. Naquela ocasião, nós iríamos voltar a visitar Portugal e alguns outros países da Europa. Mas o marketing brasileiro falou mais alto; minha esposa, brasileira, reclamou que conhecia melhor a minha terra do que a dela. E eu não tive dúvida. Fiz-lhe a vontade, felizmente.
Foi um dos melhores e mais bonitos passeios das nossas vidas !
Faz-se necessário um mutirão do Governo Federal, Governos Estaduais e Municipais, resorts, hotéis, restaurantes, empresas de transporte aéreo, terrestre, marítimo, fluvial, agências de turismo, propaganda e mídia para se relançar definitivamente o projeto “Passaporte Brasil” a nível internacional.
Neste segmento da economia, ainda não aprendemos a lição. Os hotéis e os resorts poderiam estar superlotados o ano inteiro de brasileiros que viajam para o Exterior na alta temporada brasileira e de aposentados, no restante do ano.
Por enquanto, os hotéis e os resorts tentam vender caro para os brasileiros o que fica barato para estrangeiros, devido ao câmbio. Só que os brasileiros podem criar o hábito de voltar e indicar o mesmo hotel ou resorte, ao passo que os estrangeiros dificilmente indicam ou voltam ao mesmo lugar.
Um vez por ano costumamos passar uma semana em um resort brasileiro.
Em um fomos apenas uma vez. Subiu demais o preço do pacote. Noutro fomos três vezes seguidas. Como subiu demais o preço passamos a freqüentar outro, onde estivemos em dois anos seguidos. Em 2004 ficámos em outro que nos agradou em tudo . Em 2005 não fomos passar a nossa habitual semana de férias naquele resort e em nenhum outro. Fomos desestimulados pelo imediatismo. Com o dólar em alta os preços subiram.
Mas, quando o dólar caiu, os preços dos pacotes se mantiveram !
Gera empregos em todas as camadas sociais, desloca a riqueza de grandes cidades brasileiras e estrangeiras porque atrai capital, pessoas e novos investimentos para esses lugares turísticos e ajuda a fixar as pessoas em suas regiões de nascimento através de novas oportunidades de trabalho local .
Em 1987 tivemos uma campanha de turismo chamada “Passaporte Brasil”
Incentivou-nos a viajar de avião durante 23 dias pelas cidades litorâneas do nordeste, do norte, até Manaus. Naquela ocasião, nós iríamos voltar a visitar Portugal e alguns outros países da Europa. Mas o marketing brasileiro falou mais alto; minha esposa, brasileira, reclamou que conhecia melhor a minha terra do que a dela. E eu não tive dúvida. Fiz-lhe a vontade, felizmente.
Foi um dos melhores e mais bonitos passeios das nossas vidas !
Faz-se necessário um mutirão do Governo Federal, Governos Estaduais e Municipais, resorts, hotéis, restaurantes, empresas de transporte aéreo, terrestre, marítimo, fluvial, agências de turismo, propaganda e mídia para se relançar definitivamente o projeto “Passaporte Brasil” a nível internacional.
Neste segmento da economia, ainda não aprendemos a lição. Os hotéis e os resorts poderiam estar superlotados o ano inteiro de brasileiros que viajam para o Exterior na alta temporada brasileira e de aposentados, no restante do ano.
Por enquanto, os hotéis e os resorts tentam vender caro para os brasileiros o que fica barato para estrangeiros, devido ao câmbio. Só que os brasileiros podem criar o hábito de voltar e indicar o mesmo hotel ou resorte, ao passo que os estrangeiros dificilmente indicam ou voltam ao mesmo lugar.
Um vez por ano costumamos passar uma semana em um resort brasileiro.
Em um fomos apenas uma vez. Subiu demais o preço do pacote. Noutro fomos três vezes seguidas. Como subiu demais o preço passamos a freqüentar outro, onde estivemos em dois anos seguidos. Em 2004 ficámos em outro que nos agradou em tudo . Em 2005 não fomos passar a nossa habitual semana de férias naquele resort e em nenhum outro. Fomos desestimulados pelo imediatismo. Com o dólar em alta os preços subiram.
Mas, quando o dólar caiu, os preços dos pacotes se mantiveram !
076 - Brasil. Investimento. Segurança
Segurança mais Tempo é igual a Confiabilidade nacional e internacional .
O investimento em Segurança é pago pelo incremento de novos investimentos.
Segurança Nacional é necessidade básica das pessoas físicas e jurídicas , elemento essencial ao desenvolvimento da confiabilidade econômica do País, do bem comum e da Tranquilidade Nacional. Por isso, deve ensejar lei específica que enquadre todos os crimes que afetem a nível nacional a segurança interna, a segurança privada, a proteção civil, o bem-estar comum, o regime democrático e as garantias individuais.
É dever e responsabilidade do Estado usar todos os meios necessários para diminuir a tendência natural da prevaricação, construindo alternativas nacionais para o engajamento de todas as pessoas físicas e jurídicas em tarefas desenvolvimentistas que ajudem a tranquilizar a população brasileira, elevando-a a um nível de vida satisfatório que a deixe disciplinada, realizada e altiva em conviver honestamente em sociedade.
Para tanto, deve criar estruturas governamentais fortes para acabar com a dificuldade de aplicar as leis, simplificando-as, com a filosofia dos Deveres Gerais, e de acabar com a corrupção política, através do Ministério Público da Segurança Nacional, que faça sobrar espaço político-social para a construção de um novo Brasil, voltado para o desenvolvimento econômico das regiões pobres e para a Tranquilidade Nacional.
É deste modo, que o Brasil deve ser um um centro atrativo para o capital internacional e para a volta do dinheiro internacionalizado pelos brasileiros, com o qual devem ser gerados grandes polos de turismo e de produção de bens e serviços exportáveis.
O investimento em Segurança é pago pelo incremento de novos investimentos.
Segurança Nacional é necessidade básica das pessoas físicas e jurídicas , elemento essencial ao desenvolvimento da confiabilidade econômica do País, do bem comum e da Tranquilidade Nacional. Por isso, deve ensejar lei específica que enquadre todos os crimes que afetem a nível nacional a segurança interna, a segurança privada, a proteção civil, o bem-estar comum, o regime democrático e as garantias individuais.
É dever e responsabilidade do Estado usar todos os meios necessários para diminuir a tendência natural da prevaricação, construindo alternativas nacionais para o engajamento de todas as pessoas físicas e jurídicas em tarefas desenvolvimentistas que ajudem a tranquilizar a população brasileira, elevando-a a um nível de vida satisfatório que a deixe disciplinada, realizada e altiva em conviver honestamente em sociedade.
Para tanto, deve criar estruturas governamentais fortes para acabar com a dificuldade de aplicar as leis, simplificando-as, com a filosofia dos Deveres Gerais, e de acabar com a corrupção política, através do Ministério Público da Segurança Nacional, que faça sobrar espaço político-social para a construção de um novo Brasil, voltado para o desenvolvimento econômico das regiões pobres e para a Tranquilidade Nacional.
É deste modo, que o Brasil deve ser um um centro atrativo para o capital internacional e para a volta do dinheiro internacionalizado pelos brasileiros, com o qual devem ser gerados grandes polos de turismo e de produção de bens e serviços exportáveis.
075 - Brasil. Acomodação. Imediatismo
“Quem não cresce, perece”
E dificulta a defesa da Tranquilidade Nacional.
Sem economia nacional forte, não há Segurança Nacional.
A desnacionalização das grandes empresas brasileiras dá-se por quatro motivos:
o provincianismo, o capital fechado, o imediatismo financeiro e a acomodação. PROVINCIANISMO :
Porque estes empresários estão acomodados no mercado brasileiro e não têm vocação para emigrar para mercados externos e delegar poderes a “estranhos”.
CAPITAL FECHADO :
Porque normalmente são empresas familiares, que preferem não crescer a abrir sua empresa a acionistas, arriscando dividir o comando ou perderem o controle.
IMEDIATISMO :
Porque ao venderem seus ativos, não têm interesse em em abrir novos empreendimentos, preferindo as aplicações financeiras nacionais ou em paraísos fiscais.
ACOMODAÇÃO :
Porque não têm vocação nacionalista de responsabilidade social, preferindo o encastelamento em fortalezas que lhe assegurem a tranquilidade , sem se preocuparem com a criação de novos empregos, a pobreza que os cerca e o desenvolvimento socio-econômico brasileiro.
“Quem tudo quer, tudo perde”.
Fui sócio diretor de vendas de uma pequena indústria cujos maiores clientes revendedores se ofereceram para entrar na sociedade.
A todos dei o meu parecer favorável. Era a melhor coisa que podia acontecer para o crescimento rápido da empresa.
Apresentei a sugestão diversas vezes ao sócio majoritário que só enxergava um dia ser o único dono. Éramos 9 sócios. Ele conseguiu estimular 6 deles a venderem sua quotas. Ficamos 3; eu , ele e a esposa.
Acabei vendendo a minha participação.
Três anos depois desistiu do negócio e fechou.
Ele desprezou a oportunidade elementar de desenvolver a empresa, com a formação de investimento em capital, físico, social e técnico .
E dificulta a defesa da Tranquilidade Nacional.
Sem economia nacional forte, não há Segurança Nacional.
A desnacionalização das grandes empresas brasileiras dá-se por quatro motivos:
o provincianismo, o capital fechado, o imediatismo financeiro e a acomodação. PROVINCIANISMO :
Porque estes empresários estão acomodados no mercado brasileiro e não têm vocação para emigrar para mercados externos e delegar poderes a “estranhos”.
CAPITAL FECHADO :
Porque normalmente são empresas familiares, que preferem não crescer a abrir sua empresa a acionistas, arriscando dividir o comando ou perderem o controle.
IMEDIATISMO :
Porque ao venderem seus ativos, não têm interesse em em abrir novos empreendimentos, preferindo as aplicações financeiras nacionais ou em paraísos fiscais.
ACOMODAÇÃO :
Porque não têm vocação nacionalista de responsabilidade social, preferindo o encastelamento em fortalezas que lhe assegurem a tranquilidade , sem se preocuparem com a criação de novos empregos, a pobreza que os cerca e o desenvolvimento socio-econômico brasileiro.
“Quem tudo quer, tudo perde”.
Fui sócio diretor de vendas de uma pequena indústria cujos maiores clientes revendedores se ofereceram para entrar na sociedade.
A todos dei o meu parecer favorável. Era a melhor coisa que podia acontecer para o crescimento rápido da empresa.
Apresentei a sugestão diversas vezes ao sócio majoritário que só enxergava um dia ser o único dono. Éramos 9 sócios. Ele conseguiu estimular 6 deles a venderem sua quotas. Ficamos 3; eu , ele e a esposa.
Acabei vendendo a minha participação.
Três anos depois desistiu do negócio e fechou.
Ele desprezou a oportunidade elementar de desenvolver a empresa, com a formação de investimento em capital, físico, social e técnico .
074 - Brasil. Economia Nacional
A Segurança Nacional depende fundamentalmente da vontade política do Governo A
propaganda de prestígio governamental deve acabar. As suas verbas devem ser
usadas na divulgação da nova lei
de Segurança Nacional e na campanha de esclarecimento dos problemas sociais advindos dos crimes nela enquadrados.
Precisamos de Leis Trabalhistas que transformem o trabalhador num cidadão disciplinado, responsável pelo seu bem-estar, sua economia, sua poupança e sua aposentadoria, sem a intervenção paternalista do Estado e do Patrão. Uma aliança entre patrões e empregados que permita aumentar os salários, diminuir a carga de impostos trabalhistas e a política assistencialista estatal, delegando ao trabalhador e aos patrões a responsabilidade pelo futuro Bem-estar Coletivo, tão necessária para o desenvolvimento da Economia Social.
Precisamos de Leis Trabalhistas que transformem o trabalhador num cidadão disciplinado, responsável pelo seu bem-estar, sua economia, sua poupança e sua aposentadoria, sem a intervenção paternalista do Estado e do Patrão. Uma aliança entre patrões e empregados que permita aumentar os salários, diminuir a carga de impostos trabalhistas e a política assistencialista estatal, delegando ao trabalhador e aos patrões a responsabilidade pelo futuro Bem-estar Coletivo, tão necessária para o desenvolvimento da Economia Social.
O Estado deve simplificar a máquina estatal, especialmente
no que tange a diminuição dos gastos, a
burocracia, a uniformização da previdência, a relação trabalhista igual para
todas a pessoas, acabando com a estabilidade dos funcionários públicos. Diminuir a burocracia
para a abertura de novas empresas, simplificar os impostos para facilitar a cobrança, controle fiscal e permitir a sua longevidade e
consequente manutenção e aumento
de empregos.
Existe uma enorme quantidade de
pequenas e médias empresas impedidas de crescer e gerar empregos, que vivem na
semi informalidade, para sobreviverem à alta carga de impostos. Quem perde com
esta situação é o Estado que deixa de arrecadar e os empresários que não
sonegam, que saem do mercado,
desestabilizados pelos sonegadores.
Na primeira empresa que abri, fui alertado pelo meu contador
que precisava sonegar para sobreviver. Como não arrisquei, encerrei a empresa 2
anos depois.
Estudando a possibilidade de fazer uma parceria de
revenda com uma pequena indústria, fui
informado com a maior tranqüilidade que
a sua condição de venda era de 50% com nota fiscal e outros 50% sem
nota. Não fechei negócio.
Quando eu era chefe de vendas de um grande indústria que vendia sem nota
fiscal ou usava a mesma nota para mais de uma entrega, constatei que duas
coisas aconteciam. Uma , o Estado deixava de receber impostos. Outra, havia
empregados, desviando cargas, ficando com o produto da venda.
Felizmente, antes desta empresa pedir concordata e depois
falir, pedi demissão.
073 - Brasil. Economia Nacional
Estava... Esteve em andamento o projeto de Segurança Econômica e Social.
Em 2004 Lula ao discursar na reunião de cúpula do G-8 afirmou: “Sabemos quais são nossas responsabilidades. Estamos fazendo a nossa parte – executando políticas econômicas equilibradas, combatendo o desperdício e a corrupção, aprimorando as instituições para o bom funcionamento de nossas economias.
Temos demonstrado vontade política para combater os desequilíbrios sociais e a pobreza”.
Este projeto deveria ser fortemente concentrado no Poder Executivo, menos envolvido com os interesses dos grupos prevaricadores e mais preocupado com a consolidação do Bem-estar Nacional. contemplando o Ministério Público de Segurança Nacional, independente do Ministério da Defesa Nacional. Sua regulamentação não deveria contar apenas com o necessário envolvimento dos parlamentares e do Congresso porque estão mais envolvido com os interesses dos grupos prevaricadores e menos preocupados com a consolidação da Tranquilidade Nacional.
No Brasil, os detentores do poder econômico estão mais preocupados em criar grupos de pressão política de acomodação econômica provinciana do que no pensar grande para assimilar a tendência da expansão mundial e se defender do “imperialismo” econômico, científico, e tecnológico, da dependência da tecnologia externa e ampliarem cada vez mais as exportações.
Estes mesmos grupos devem pressionar o poder político a efetivar as reformas constitucionais éticas e disciplinares dos Deveres Sociais e Deveres Estaduais que permitam a assimilação do “puritanismo” americano, fonte geradora do seu desenvolvimento .
É por este arrojo de altruísmo, nacionalismo e principalmente de coerência que o Estado brasileiro deverá ganhar o prestígio internacional de grande reformador do século XXI , incrementado o turismo nacional, acabando com o paternalismo trabalhista e criando um salário mínimo compatível com a dignidade humana, acabando com o voto obrigatório, implantando o voto distrital, desonerando os lucros na Bolsa de Valores, punindo a corrupção, a fraude em balanços e auditorias contábeis, incentivando o retorno de depósitos em paraísos fiscais, punindo com leis da Defesa da Segurança Nacional todos crimes que sejam lesivos aos bem-estar público-social.
Em 2004 Lula ao discursar na reunião de cúpula do G-8 afirmou: “Sabemos quais são nossas responsabilidades. Estamos fazendo a nossa parte – executando políticas econômicas equilibradas, combatendo o desperdício e a corrupção, aprimorando as instituições para o bom funcionamento de nossas economias.
Temos demonstrado vontade política para combater os desequilíbrios sociais e a pobreza”.
Este projeto deveria ser fortemente concentrado no Poder Executivo, menos envolvido com os interesses dos grupos prevaricadores e mais preocupado com a consolidação do Bem-estar Nacional. contemplando o Ministério Público de Segurança Nacional, independente do Ministério da Defesa Nacional. Sua regulamentação não deveria contar apenas com o necessário envolvimento dos parlamentares e do Congresso porque estão mais envolvido com os interesses dos grupos prevaricadores e menos preocupados com a consolidação da Tranquilidade Nacional.
No Brasil, os detentores do poder econômico estão mais preocupados em criar grupos de pressão política de acomodação econômica provinciana do que no pensar grande para assimilar a tendência da expansão mundial e se defender do “imperialismo” econômico, científico, e tecnológico, da dependência da tecnologia externa e ampliarem cada vez mais as exportações.
Estes mesmos grupos devem pressionar o poder político a efetivar as reformas constitucionais éticas e disciplinares dos Deveres Sociais e Deveres Estaduais que permitam a assimilação do “puritanismo” americano, fonte geradora do seu desenvolvimento .
É por este arrojo de altruísmo, nacionalismo e principalmente de coerência que o Estado brasileiro deverá ganhar o prestígio internacional de grande reformador do século XXI , incrementado o turismo nacional, acabando com o paternalismo trabalhista e criando um salário mínimo compatível com a dignidade humana, acabando com o voto obrigatório, implantando o voto distrital, desonerando os lucros na Bolsa de Valores, punindo a corrupção, a fraude em balanços e auditorias contábeis, incentivando o retorno de depósitos em paraísos fiscais, punindo com leis da Defesa da Segurança Nacional todos crimes que sejam lesivos aos bem-estar público-social.
072 - Feudalismo Corporativista Brasileiro
O feudalismo corporativista brasileiro defende o continuísmo voltado para a perpetuação no poder dos que tudo podem, um
circuito fechado de súditos leais, com os quais formou uma teia de
interesses pessoais, de elites políticas sem ideologias sociais ou
político-partidárias que apenas visam o poder político-econômico, seus
feudos e seus respectivos vassalos.
Até quando os novos escravos vão aguentar tamanha desfaçatez ?
É neste contexto que temos assistido, manietados, aos caprichos do senhores feudais do tipo ACM, Quércia, Maluf, Dirceu, Severino, Jader, Arruda, Calheiros, Color, Sarney, Eduardo Cunha, Renan Calheiros, influenciadores de Lula, Dilma, Temer e seus prepostos nas mais importantes funções públicas, tais como os Ministérios, o STF, as diretorias das empresas estatais e dos órgãos públicos em geral. Estes senhores feudais, representando as suas empresas, instituições, sindicatos e partidos, estão se beneficiando direta ou indiretamente, de leis protecionistas, de prerrogativas, direitos, benefícios exclusivos, corporativos, que lesam os diversos segmentos do restante da sociedade.
O exercício dos cargos públicos é pautado por regras feudo-mafiosas.
Os ministros são escolhidos pelo sistema de quotas e não pela competência para o cargo. As empresas Estatais são loteadas literalmente seguindo à risca os mesmos critérios espúrios utilizados para a escolha do primeiro escalão. Os Tribunais são lotados de um volume imenso de processos muito difíceis que os inviabiliza operacionalmente e, assim, mantém a impunidade dos barões e príncipes que se apossam das coisas públicas.
Felizmente, tem-se a sensação de que os mecanismos de combate jurídico demonstram alguma capacidade técnica investigativa da Polícia Federal, do Ministério Público e pela negação de foro privilegiado a ex-autoridades decidida pelo Supremo Tribunal Federal.
Até quando os novos escravos vão aguentar tamanha desfaçatez ?
É neste contexto que temos assistido, manietados, aos caprichos do senhores feudais do tipo ACM, Quércia, Maluf, Dirceu, Severino, Jader, Arruda, Calheiros, Color, Sarney, Eduardo Cunha, Renan Calheiros, influenciadores de Lula, Dilma, Temer e seus prepostos nas mais importantes funções públicas, tais como os Ministérios, o STF, as diretorias das empresas estatais e dos órgãos públicos em geral. Estes senhores feudais, representando as suas empresas, instituições, sindicatos e partidos, estão se beneficiando direta ou indiretamente, de leis protecionistas, de prerrogativas, direitos, benefícios exclusivos, corporativos, que lesam os diversos segmentos do restante da sociedade.
O exercício dos cargos públicos é pautado por regras feudo-mafiosas.
Os ministros são escolhidos pelo sistema de quotas e não pela competência para o cargo. As empresas Estatais são loteadas literalmente seguindo à risca os mesmos critérios espúrios utilizados para a escolha do primeiro escalão. Os Tribunais são lotados de um volume imenso de processos muito difíceis que os inviabiliza operacionalmente e, assim, mantém a impunidade dos barões e príncipes que se apossam das coisas públicas.
Felizmente, tem-se a sensação de que os mecanismos de combate jurídico demonstram alguma capacidade técnica investigativa da Polícia Federal, do Ministério Público e pela negação de foro privilegiado a ex-autoridades decidida pelo Supremo Tribunal Federal.
071 - Feudalismo. Intervenções. Ferramentas
O Mundo se livrará do feudalismo e conhecerá a paz quando
o poder do amor sobrepujar o amor ao poder.
O feudalismo usa ferramentas específicas para escravizar, mantendo os vassalos ocupados com mídia de massa, programa de televisão, esporte, carnaval, parque de diversão, droga, álcool, parada cultural e todo tipo de entretenimento que serve para as pessoas não se envolverem na avaliação das decisões... dos governantes.
Em Portugal, Salazar, usou 3Fs : Futebol, Fado e Fátima.
No Brasil, temos uma cultura inteira atulhada de entretenimento de massa por todos os lados, enquanto o sistema educacional continua a estupidificar o ensino com professores, mal remunerados e crianças pouco ou mal preparadas para, na juventude, terem aptidão para se preocupar com a atuação dos governantes e o futuro do País.
Os EUA pecam ao tomar a liberdade de passar por cima dos apelos e leis internacionais para agirem contra os Países que contrariem sua geopolítica ou ameacem a supremacia de seu poderio bélico. Assim instigam os seus inimigos à prática do terrorismo que indiretamente afeta todos as Nações.
A União Europeia está tão ocupada com o mercado interno e sua federalização que ainda não se deu conta do potencial econômico, social e cultural que tem o dever de desenvolver na vizinha África.
O feudalismo divide para dominar as pessoas, colocado-as em regime escravo, separadas em grupos...dominados pelo marketing econômico e polÍtico governamental atuante em
religião, raça, classe social, partido político e todas as outras formas de identificação separatista que têm servido para criar uma população formada por rebanhos maleáveis, tosquiados, descartados, controlados, usados por seus respectivos pastores.
o poder do amor sobrepujar o amor ao poder.
O feudalismo usa ferramentas específicas para escravizar, mantendo os vassalos ocupados com mídia de massa, programa de televisão, esporte, carnaval, parque de diversão, droga, álcool, parada cultural e todo tipo de entretenimento que serve para as pessoas não se envolverem na avaliação das decisões... dos governantes.
Em Portugal, Salazar, usou 3Fs : Futebol, Fado e Fátima.
No Brasil, temos uma cultura inteira atulhada de entretenimento de massa por todos os lados, enquanto o sistema educacional continua a estupidificar o ensino com professores, mal remunerados e crianças pouco ou mal preparadas para, na juventude, terem aptidão para se preocupar com a atuação dos governantes e o futuro do País.
Os EUA pecam ao tomar a liberdade de passar por cima dos apelos e leis internacionais para agirem contra os Países que contrariem sua geopolítica ou ameacem a supremacia de seu poderio bélico. Assim instigam os seus inimigos à prática do terrorismo que indiretamente afeta todos as Nações.
A União Europeia está tão ocupada com o mercado interno e sua federalização que ainda não se deu conta do potencial econômico, social e cultural que tem o dever de desenvolver na vizinha África.
O feudalismo divide para dominar as pessoas, colocado-as em regime escravo, separadas em grupos...dominados pelo marketing econômico e polÍtico governamental atuante em
religião, raça, classe social, partido político e todas as outras formas de identificação separatista que têm servido para criar uma população formada por rebanhos maleáveis, tosquiados, descartados, controlados, usados por seus respectivos pastores.
070 - China. Riqueza Nacional. Brasil
A China era um país praticamente miserável, com a mente de um povo estagnada pelo
socialismo retrógrado, e conseguiu fazer 400.000.000 de ricos em um
curto espaço de tempo. O povo chinês nunca esteve tão bem nos seus mais
de 5.000 anos de história escrita e nunca teve mais liberdade de escolha
que agora.
No Brasil, não é passando fome e miséria, enfrentando a violência e tendo direito a votar, que temos nossos direitos humanos garantidos.
O Brasil ainda não entendeu porque o governo chinês dá mais importância a direitos da coletividade do que a direitos humanos individuais.
O Brasil precisa de uma lei de Segurança Nacional com Deveres Público privados no que tange a aplicação da construção de uma base de competitividade comercial internacional, que promova o Bem-estar nacional, ainda que seja às custas de outras nações e do investimento de capitais estrangeiros que venham para somar esforços, gerando empregos, e não apenas para comprar ativos já existentes.
Todavia, devem ser os fundos financeiros nacionais os principais investidores ou financiadores da atividade econômica, através de uma Bolsa extremamente funcional e atrativa para os acionistas das empresas, cujos balanços contábeis e auditorias devem estar sujeitos à Lei de Segurança Nacional para maior incentivo aos um grande número de pequenos aplicadores .
O povo brasileiro não teme a repressão; já esqueceu o período da ditadura militar dos anos 1964/85, e do Serviço Nacional de Informações voltado para os interesses estratégicos de segurança do Estado e consequentes limitações de “direitos e garantias individuais”. Está preocupado em levar uma vida tranquila, com regras claras de convivência com o Estado.
Vivemos numa democracia plena, em que não faz sentido preocupações com a violação dos “direitos humanos” e principalmente dos “direitos políticos”.
Hoje, faz mais sentido, a preocupação nacional com a proclamação dos Deveres Recíprocos, que devem englobar os deveres políticos estaduais coletivos e individuais que são a base para a implantação de uma política sólida de Segurança Nacional estrategicamente voltada para o adequado funcionamento da economia, do governo e da satisfação das necessidades básicas do povo brasileiro.,
No Brasil, não é passando fome e miséria, enfrentando a violência e tendo direito a votar, que temos nossos direitos humanos garantidos.
O Brasil ainda não entendeu porque o governo chinês dá mais importância a direitos da coletividade do que a direitos humanos individuais.
O Brasil precisa de uma lei de Segurança Nacional com Deveres Público privados no que tange a aplicação da construção de uma base de competitividade comercial internacional, que promova o Bem-estar nacional, ainda que seja às custas de outras nações e do investimento de capitais estrangeiros que venham para somar esforços, gerando empregos, e não apenas para comprar ativos já existentes.
Todavia, devem ser os fundos financeiros nacionais os principais investidores ou financiadores da atividade econômica, através de uma Bolsa extremamente funcional e atrativa para os acionistas das empresas, cujos balanços contábeis e auditorias devem estar sujeitos à Lei de Segurança Nacional para maior incentivo aos um grande número de pequenos aplicadores .
O povo brasileiro não teme a repressão; já esqueceu o período da ditadura militar dos anos 1964/85, e do Serviço Nacional de Informações voltado para os interesses estratégicos de segurança do Estado e consequentes limitações de “direitos e garantias individuais”. Está preocupado em levar uma vida tranquila, com regras claras de convivência com o Estado.
Vivemos numa democracia plena, em que não faz sentido preocupações com a violação dos “direitos humanos” e principalmente dos “direitos políticos”.
Hoje, faz mais sentido, a preocupação nacional com a proclamação dos Deveres Recíprocos, que devem englobar os deveres políticos estaduais coletivos e individuais que são a base para a implantação de uma política sólida de Segurança Nacional estrategicamente voltada para o adequado funcionamento da economia, do governo e da satisfação das necessidades básicas do povo brasileiro.,
069 - Estratégia de Segurança Nacional
Tomemos como exemplo a introdução do documento
“A Estratégia de Segurança Nacional dos EUA” divulgado em setembro de 2004, na qual fica bem clara a intenção americana quando declara que
“Hoje as maiores potências do mundo se encontram do mesmo lado – unidas pelos perigos de violência terrorista e caos”.
E mais adiante lembra que
“A Rússia está no meio de uma transição esperançosa, alcançando seu futuro democrático” e que os
“Líderes chineses estão descobrindo que liberdade econômica é a única fonte de riqueza nacional”.
“Junta-te aos bons e serás tão bom quanto eles”.
É por esse motivo que o Brasil tem de buscar novas alianças, principalmente quando os principais aliados nos impõem barreiras ou subsidiam à agricultura, concorrendo de forma injusta contra o carro chefe das nossas exportações – o agronegócio.
Mas para ser realmente próspero é necessário ter receita, reestruturar a economia nacional, tornando o pais uma grande máquina exportadora.
O Brasil não apendeu a lição da China que virou a fábrica do mundo. Empresas como Reebok, Nike, Motorola, RCA, Intel, etc. fabricam grande parte de suas produções na China, proporcionando preços competitivos no mercado comercial.
O Brasil, que tinha o dobro do PIB e também das exportações da China, quando reatou relações com o povo chinês, não acompanhou seu ritmo e andou para trás porque cada governo trazia seu próprio pacote ou plano de milagres econômicos, que realmente eram milagrosos e baixados com uma canetada mágica. Nenhum deles tinha previsão de receita externa, eram voltados para dentro como se a mísera poupança nacional fosse suficiente para alavancar o necessário crescimento das nossas exportações.
“A Estratégia de Segurança Nacional dos EUA” divulgado em setembro de 2004, na qual fica bem clara a intenção americana quando declara que
“Hoje as maiores potências do mundo se encontram do mesmo lado – unidas pelos perigos de violência terrorista e caos”.
E mais adiante lembra que
“A Rússia está no meio de uma transição esperançosa, alcançando seu futuro democrático” e que os
“Líderes chineses estão descobrindo que liberdade econômica é a única fonte de riqueza nacional”.
“Junta-te aos bons e serás tão bom quanto eles”.
É por esse motivo que o Brasil tem de buscar novas alianças, principalmente quando os principais aliados nos impõem barreiras ou subsidiam à agricultura, concorrendo de forma injusta contra o carro chefe das nossas exportações – o agronegócio.
Mas para ser realmente próspero é necessário ter receita, reestruturar a economia nacional, tornando o pais uma grande máquina exportadora.
O Brasil não apendeu a lição da China que virou a fábrica do mundo. Empresas como Reebok, Nike, Motorola, RCA, Intel, etc. fabricam grande parte de suas produções na China, proporcionando preços competitivos no mercado comercial.
O Brasil, que tinha o dobro do PIB e também das exportações da China, quando reatou relações com o povo chinês, não acompanhou seu ritmo e andou para trás porque cada governo trazia seu próprio pacote ou plano de milagres econômicos, que realmente eram milagrosos e baixados com uma canetada mágica. Nenhum deles tinha previsão de receita externa, eram voltados para dentro como se a mísera poupança nacional fosse suficiente para alavancar o necessário crescimento das nossas exportações.
068 - EUA. Geopolítica
A
estratégia americana de “segurança mundial”... divulgada em setembro de
2004, em sua introdução, declara sem rodeios os seus objetivos
geopolíticos, garantidores da sua (particular) Segurança Nacional !
Em certo trecho, declara -“Em um mundo seguro, as pessoas podem fazer suas próprias vidas melhores. Nós defenderemos a paz lutando contra terroristas e tiranos. Nós preservaremos a paz construindo boas relações entre as grandes potências. Nós estenderemos a paz encorajando sociedades livres e abertas em todos os continentes”.
Noutro trecho, afirma - “Enquanto defendemos a paz, nós também tiramos proveito de uma oportunidade histórica para preservar a paz. Hoje, a comunidade internacional tem sua melhor chance desde a ascensão do estado-nação no século 17 para construir um mundo em que grandes poderes compitam em paz em vez de continuamente se preparar para a guerra. Hoje, as maiores potências do mundo se encontram do mesmo lado – unidas pelos perigos comuns de violência terrorista e caos. Os Estados Unidos se basearão nesses interesses comuns para promover a segurança mundial. Nós estamos também crescentemente unidos por valores comuns. A Rússia está no meio de uma transição esperançosa, alcançando seu futuro democrático e de parceria contra o terror. Líderes chineses estão descobrindo que liberdade econômica é a única fonte de riqueza nacional. Em tempo, descobrião que liberdade política e social é a única fonte de grandiosidade nacional. A América encorajará o avanço da democracia e abertura econômica em ambas as nações, porque essas são as fundações de estabilidade doméstica e ordem internacional. Nós vamos resistir fortemente à agressão de outras grandes potências – ao passo que damos as boas-vindas a suas buscas por prosperidade, comércio e avanço cultural”.
Mais adiante declara - “ Os Estados Unidos estarão ao lado de qualquer nação determinada para construir um futuro melhor por meio da busca de recompensas de liberdade para seu povo. Livre comércio e livres mercados provaram sua habilidade de tirar sociedades da pobreza – por isso os Estados Unidos trabalharão tanto com nações individualmente, regiões inteiras e toda a comunidade global de comércio para construir um mundo que negocia com liberdade e, portanto, cresce em prosperidade. Os Estados Unidos fornecerão maior assistência de desenvolvimento por meio do “New Millennium Challlenger Account” para nações que governem com justiça, invistam em seu povo e encorajam liberdade econômica”.
Em certo trecho, declara -“Em um mundo seguro, as pessoas podem fazer suas próprias vidas melhores. Nós defenderemos a paz lutando contra terroristas e tiranos. Nós preservaremos a paz construindo boas relações entre as grandes potências. Nós estenderemos a paz encorajando sociedades livres e abertas em todos os continentes”.
Noutro trecho, afirma - “Enquanto defendemos a paz, nós também tiramos proveito de uma oportunidade histórica para preservar a paz. Hoje, a comunidade internacional tem sua melhor chance desde a ascensão do estado-nação no século 17 para construir um mundo em que grandes poderes compitam em paz em vez de continuamente se preparar para a guerra. Hoje, as maiores potências do mundo se encontram do mesmo lado – unidas pelos perigos comuns de violência terrorista e caos. Os Estados Unidos se basearão nesses interesses comuns para promover a segurança mundial. Nós estamos também crescentemente unidos por valores comuns. A Rússia está no meio de uma transição esperançosa, alcançando seu futuro democrático e de parceria contra o terror. Líderes chineses estão descobrindo que liberdade econômica é a única fonte de riqueza nacional. Em tempo, descobrião que liberdade política e social é a única fonte de grandiosidade nacional. A América encorajará o avanço da democracia e abertura econômica em ambas as nações, porque essas são as fundações de estabilidade doméstica e ordem internacional. Nós vamos resistir fortemente à agressão de outras grandes potências – ao passo que damos as boas-vindas a suas buscas por prosperidade, comércio e avanço cultural”.
Mais adiante declara - “ Os Estados Unidos estarão ao lado de qualquer nação determinada para construir um futuro melhor por meio da busca de recompensas de liberdade para seu povo. Livre comércio e livres mercados provaram sua habilidade de tirar sociedades da pobreza – por isso os Estados Unidos trabalharão tanto com nações individualmente, regiões inteiras e toda a comunidade global de comércio para construir um mundo que negocia com liberdade e, portanto, cresce em prosperidade. Os Estados Unidos fornecerão maior assistência de desenvolvimento por meio do “New Millennium Challlenger Account” para nações que governem com justiça, invistam em seu povo e encorajam liberdade econômica”.
067- Desenvolvimento Sustentado
Elemento essencial ao desenvolvimento e ao progresso das Nações,
é uma das necessidades primárias da Coletividade Universal.
O desenvolvimento sustentado das Nações é alicerçado na Segurança Nacional que engloba a segurança privada, a segurança pública e a defesa da segurança nacional, efetuadas pelos componentes não militar, e militar, quando necessário.
A defesa da Segurança Nacional deve contemplar a proteção e o funcionamento da economia e do bem-estar público-privado tais como o sistema bancário, a energia e o combustível, o transporte público, as redes de comunicações e informação, a previdência e a saúde pública, a defesa civil, a defesa nacional e os atendimentos de emergência, tendo como escopo e objetivo a Tranquilidade Nacional.
Deve ser assegurada através do enquadramento na lei de Segurança Nacional dos crimes que ameacem a segurança público-privada, que afetem o desenvolvimento econômico-social e o regime democrático. Penalizando, para tanto, os peculatários e prevaricadores públicos, os corruptos e corruptores públicos, os depositários infiéis, os que se apropriam do erário público, os sonegadores de impostos, os fraudadores de balanços contábeis, os contrabandistas, os traficantes de drogas, armas e sexo, os pedófilos, os terroristas, os atacantes cibernéticos e os criminosos em geral com penas cumulativas de mais de 100 anos de prisão que estariam sujeitos à pena de morte e ao confisco dos seus bens necessários para indenizar o Estado e as suas vítimas.
A estratégia da Segurança Nacional, para ser eficaz, deve ser amplamente divulgada e alicerçada para criar um sentimento patriótico na busca do entrelaçamento entre o desenvolvimento econômico-social e a Tranquilidade Nacional.
Os grandes mentores da geopolítica mundial assim encaram e divulgam as ações estratégicas de segurança nacional aos seus concidadãos, criando-lhes um sentimento de patriotismo e de segurança, livres de perigos internos e externos.
O desenvolvimento sustentado das Nações é alicerçado na Segurança Nacional que engloba a segurança privada, a segurança pública e a defesa da segurança nacional, efetuadas pelos componentes não militar, e militar, quando necessário.
A defesa da Segurança Nacional deve contemplar a proteção e o funcionamento da economia e do bem-estar público-privado tais como o sistema bancário, a energia e o combustível, o transporte público, as redes de comunicações e informação, a previdência e a saúde pública, a defesa civil, a defesa nacional e os atendimentos de emergência, tendo como escopo e objetivo a Tranquilidade Nacional.
Deve ser assegurada através do enquadramento na lei de Segurança Nacional dos crimes que ameacem a segurança público-privada, que afetem o desenvolvimento econômico-social e o regime democrático. Penalizando, para tanto, os peculatários e prevaricadores públicos, os corruptos e corruptores públicos, os depositários infiéis, os que se apropriam do erário público, os sonegadores de impostos, os fraudadores de balanços contábeis, os contrabandistas, os traficantes de drogas, armas e sexo, os pedófilos, os terroristas, os atacantes cibernéticos e os criminosos em geral com penas cumulativas de mais de 100 anos de prisão que estariam sujeitos à pena de morte e ao confisco dos seus bens necessários para indenizar o Estado e as suas vítimas.
A estratégia da Segurança Nacional, para ser eficaz, deve ser amplamente divulgada e alicerçada para criar um sentimento patriótico na busca do entrelaçamento entre o desenvolvimento econômico-social e a Tranquilidade Nacional.
Os grandes mentores da geopolítica mundial assim encaram e divulgam as ações estratégicas de segurança nacional aos seus concidadãos, criando-lhes um sentimento de patriotismo e de segurança, livres de perigos internos e externos.
066 - ONU. Deveres Sociais Universais
A Organização das Nações Unidas e a Declaração Universal dos Direitos do Homem
declaram que todas as pessoas têm “direito” à segurança social para satisfazer os “direitos” econômicos, sociais e culturais indispensáveis à dignidade humana, ao desenvolvimento da personalidade, através do esforço nacional e da cooperação internacional.
Percebe-se claramente que as “ Nações Unidas...” estão dando um recado às Nações Subdesenvolvidas que elas têm o dever de se esforçarem no solução dos seus problemas sociais, econômicos e culturais.
O “direito” que estas Nações Subdesenvolvidas têm à aludida cooperação internacional está muito mais voltado para a esmola altruística das Nações Desenvolvidas, mais uma liberalidade que um Dever.
Deveres Sociais Universais
Deve ser o título correto para a globalização dos deveres a cobrar e a cumprir. Ao debitar-se deveres recíprocos, não se dividem as Nações, a Sociedade global, em entidades coletivas de raças, religiões, civilizações, tribos, identificadoras das classes de incluídos e excluídos do desenvolvimento mundial e do Bem-estar mínimo Universal. Os Indivíduos nascidos no Hemisfério Sul têm os mesmos Deveres que os nascidos no Hemisfério Norte. Os Indivíduos nascidos no Oriente têm os mesmos Deveres que os nascidos no Ocidente. Perante esta lei reguladora do egoísmo , não deve existir o preconceito de raças com “predestinação divina” para o desenvolvimento . Os governantes detentores do Ter, do Saber e do Poder precisam cumprir o dever de amenizar a troça que a Natureza inflige a certos seres humanos que surgem tão “iguais” perante as Leis, mas tão diferentes perante a realidade: Uns despontam formosos, fortes, fartos e feudais.
Outros nascem feios, fracos, famintos, favelados e fodidos. Dos dois grupos acima, uns poucos super dotados para o bem ou para o mal se sobressaem famosos.
Todos nós devemos ser contemplados pelos Deveres Recíprocos de Convivência Social, Para garantia da Segurança Nacional, os Estados e os indivíduos não devem ter “direitos” a exigir ou mendigar. Devem ter deveres sociais, recíprocos, público privados, a cumprir.
declaram que todas as pessoas têm “direito” à segurança social para satisfazer os “direitos” econômicos, sociais e culturais indispensáveis à dignidade humana, ao desenvolvimento da personalidade, através do esforço nacional e da cooperação internacional.
Percebe-se claramente que as “ Nações Unidas...” estão dando um recado às Nações Subdesenvolvidas que elas têm o dever de se esforçarem no solução dos seus problemas sociais, econômicos e culturais.
O “direito” que estas Nações Subdesenvolvidas têm à aludida cooperação internacional está muito mais voltado para a esmola altruística das Nações Desenvolvidas, mais uma liberalidade que um Dever.
Deveres Sociais Universais
Deve ser o título correto para a globalização dos deveres a cobrar e a cumprir. Ao debitar-se deveres recíprocos, não se dividem as Nações, a Sociedade global, em entidades coletivas de raças, religiões, civilizações, tribos, identificadoras das classes de incluídos e excluídos do desenvolvimento mundial e do Bem-estar mínimo Universal. Os Indivíduos nascidos no Hemisfério Sul têm os mesmos Deveres que os nascidos no Hemisfério Norte. Os Indivíduos nascidos no Oriente têm os mesmos Deveres que os nascidos no Ocidente. Perante esta lei reguladora do egoísmo , não deve existir o preconceito de raças com “predestinação divina” para o desenvolvimento . Os governantes detentores do Ter, do Saber e do Poder precisam cumprir o dever de amenizar a troça que a Natureza inflige a certos seres humanos que surgem tão “iguais” perante as Leis, mas tão diferentes perante a realidade: Uns despontam formosos, fortes, fartos e feudais.
Outros nascem feios, fracos, famintos, favelados e fodidos. Dos dois grupos acima, uns poucos super dotados para o bem ou para o mal se sobressaem famosos.
Todos nós devemos ser contemplados pelos Deveres Recíprocos de Convivência Social, Para garantia da Segurança Nacional, os Estados e os indivíduos não devem ter “direitos” a exigir ou mendigar. Devem ter deveres sociais, recíprocos, público privados, a cumprir.
065 - Globalização. Estágio Democrático. ONU.
Vivemos
num estágio democrático que deve exigir maior atenção das elites
político-econômicas mundiais para a base social dos Povos, através da
expansão global da economia, da Segurança e do Bem Comum.As
fronteiras nacionais estão desaparecendo à medida que as atividades
econômicas, tecnológicas, e científicas se internacionalizam,
estabelecendo por toda a parte do Globo uma interdependência
irreversível
O tempo deverá dizer que este projeto está certo, embora lento.
Nessa ocasião assistiremos ao incremento da Segurança Mundial e especialmente da Segurança Social dos Estados, da expansão da economia e do mercado mundial de trabalho, baseado na melhor distribuição de renda e no baixo custo de vida para as maiorias desprovidas, fruto de altos índices de produtividade alcançados.
Com tanto desenvolvimento científico e tecnológico, o trabalhador é cada vez menos importante para a produção e cada vez mais necessário e envolvido diretamente no crescimento da economia e do bem-estar social, como segue:
Vai ter menos regalias paternalistas trabalhistas.
Vai ser mais responsável por sua aposentadoria.
Vai ter mais oportunidades de emprego.
Vai ganhar mais por hora trabalhada.
Vai trabalhar menos horas por dia.
Vai sentir-se auto suficiente.
Vai gerar mais riqueza.
Vai consumir mais.
Vai ser mais feliz.
Terá mais tempo de preparar o seu futuro, aperfeiçoar o seu conhecimento, estudar, cuidar de outros afazeres voltados para a complementação do orçamento da sua economia doméstica e incrementar o Bem-estar Coletivo.
A Organização das Nações Unidas e a Declaração Universal dos Direitos do
Homem, consagram no artigo 22 , dos Direitos Humanos, os “direitos” de igualdade dentro de cada classe social.
Os “direitos” para o Bem-estar Universal são um engodo.
Mais aumentam os privilégios das Nações do Primeiro Mundo do que beneficiam as Nações Subdesenvolvidas. Trata-se de uma injustiça que ao ser praticada em qualquer Nação será sempre uma ameaça à justiça do Planeta porque mais beneficia os donos do Poder, do Ter e do Saber.
Para os vassalos sobram apenas os deveres.
Todas a Nações gostariam de viver num Mundo mais justo que o atual, mas agem egoisticamente, contrariando essa vontade universal que clama pelo cumprimento dos Deveres Individuais em defesa da própria Segurança Nacional. Quando as Nações Desenvolvidas caírem na realidade, descobrirão inúmeros benefícios coletivos usufruídos através de uma nova cultura voltada para os Deveres Recíprocos Público Privados, a proclamar e promulgar pela Organização das Nações Unidas, através de uma Declaração Universal dos Deveres Sociais, em substituição à ineficaz Declaração Universal dos Direitos do Homem. Os principais privilégios desta Declaração serão, sem dúvida, a expansão da economia mundial e a implícita melhoria da Segurança Social de todas as Nações.
O tempo deverá dizer que este projeto está certo, embora lento.
Nessa ocasião assistiremos ao incremento da Segurança Mundial e especialmente da Segurança Social dos Estados, da expansão da economia e do mercado mundial de trabalho, baseado na melhor distribuição de renda e no baixo custo de vida para as maiorias desprovidas, fruto de altos índices de produtividade alcançados.
Com tanto desenvolvimento científico e tecnológico, o trabalhador é cada vez menos importante para a produção e cada vez mais necessário e envolvido diretamente no crescimento da economia e do bem-estar social, como segue:
Vai ter menos regalias paternalistas trabalhistas.
Vai ser mais responsável por sua aposentadoria.
Vai ter mais oportunidades de emprego.
Vai ganhar mais por hora trabalhada.
Vai trabalhar menos horas por dia.
Vai sentir-se auto suficiente.
Vai gerar mais riqueza.
Vai consumir mais.
Vai ser mais feliz.
Terá mais tempo de preparar o seu futuro, aperfeiçoar o seu conhecimento, estudar, cuidar de outros afazeres voltados para a complementação do orçamento da sua economia doméstica e incrementar o Bem-estar Coletivo.
A Organização das Nações Unidas e a Declaração Universal dos Direitos do
Homem, consagram no artigo 22 , dos Direitos Humanos, os “direitos” de igualdade dentro de cada classe social.
Os “direitos” para o Bem-estar Universal são um engodo.
Mais aumentam os privilégios das Nações do Primeiro Mundo do que beneficiam as Nações Subdesenvolvidas. Trata-se de uma injustiça que ao ser praticada em qualquer Nação será sempre uma ameaça à justiça do Planeta porque mais beneficia os donos do Poder, do Ter e do Saber.
Para os vassalos sobram apenas os deveres.
Todas a Nações gostariam de viver num Mundo mais justo que o atual, mas agem egoisticamente, contrariando essa vontade universal que clama pelo cumprimento dos Deveres Individuais em defesa da própria Segurança Nacional. Quando as Nações Desenvolvidas caírem na realidade, descobrirão inúmeros benefícios coletivos usufruídos através de uma nova cultura voltada para os Deveres Recíprocos Público Privados, a proclamar e promulgar pela Organização das Nações Unidas, através de uma Declaração Universal dos Deveres Sociais, em substituição à ineficaz Declaração Universal dos Direitos do Homem. Os principais privilégios desta Declaração serão, sem dúvida, a expansão da economia mundial e a implícita melhoria da Segurança Social de todas as Nações.
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