O Positivismo deve
estar calcado tão somente na tendência de encarar a vida pública pelo
lado do interesse nacional, na obtenção dos benefícios.
Normas que empurram para a irregularidade, incentivam o
suborno, o clientelismo e a malandragem, devem ser extintas.
Os números de INSS, FGTS, carteiras de trabalho, motorista,
identidade, passaporte, devem ser substituídos pelo número do CPF. Todas
as matrículas das pessoas física ou jurídica devem ter os
números do CPF ou CNPJ, acrescidas do nome ou razão social e do título a
que se destina.
A sonegação é fruto da quantidade exagerada de impostos e do
excessivo valor de cada um deles que o Cidadão deve pagar e ficar à mercê da fiscalização. A
flexibilização do contrato de trabalho deve permitir que o indivíduo e a entidade
patronal celebrem contratos de trabalho com duração de 4, 6, 8 ou
12 horas/dia útil que deixe tempo livre, para outras atividades do trabalhador, entre elas, o estudo.
As entidades patronais devem ser desobrigadas de encargos
sociais trabalhistas para poderem reajustar os salários que permitam a auto sustentação do trabalhador e o
pagamento dos impostos previdenciários e securitários cobrados aos
patrões.
Enquanto
o trabalhador contar com os “benefícios” de FGTS, 13º salário, abono de
férias, horas extras, insalubridade, periculosidade, etc., não
conseguirá crescer no aprendizado de ser responsável por sua
segurança, sua saúde, sua economia, seu futuro, sua aposentadoria de
fato, através da sua poupaça e seus investimentos.

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