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1 de jun. de 2016

027 - Investimento. Política. Poupança

Quem parte e reparte, fica sempre com a melhor parte ...
É por isso que os políticos, financiados por seus parceiros econômicos investem tanto dinheiro em suas campanhas : para, após eleitos, tratarem de “ trabalhar” na repartição do “bolo nacional”, através da criação de normas “legais” e expedientes políticos que mais lhes facilitem a locupletação.
Não temos notícias de políticos que ficaram pobres, após seus mandatos. Mas conhecemos os políticos que ficaram milionários ou mais do que já eram. Assistimos passivamente ao usufruto de seus privilégios, suas mordomias e seu enriquecimento rápido e ao consequente aumento da pobreza do Povo. Os Três Poderes não estão preocupados efetivamente com o futuro de 80 milhões de brasileiros excluídos de “direitos”, dentro dos quais 35 milhões passando fome, candidatos desesperados ao engajamento na 
“Bolsa Família” ou desgarrados à procura de trabalho ou no mundo do crime, como forma de sobrevivência.
A esquemática despreocupação com estes milhões de vendedores de votos por qualquer promessa de favor futuro e incerto, tem funcionado assim desde os tempos da UDN, passando pelos atuais partidos até encontrar excelente guarida no PT, que acolhe e preserva a sua maioria, preguiçosa e parasita, viciada no engodo da esmola do Governo, como seu potencial curral eleitoral, verdadeiro rebanho sem rumo à procura de um pastor
que os leve ao  pasto, à tosquia  e ao curral...
Assim funciona a máquina política da insegurança pública, do quanto pior, melhor...para a possibilidade de comprar-se o voto permanente, barato, destes miseráveis, sem investir-se no desenvolvimento ecômico desta massa sem rumo.
Também os portugueses, durante a ditadura Salazar empobreceram, felizes... com  tres efes:
Futebol, Fado e Fátima.
Ao rebanho de  80 milhões de brasileiros excluídos, dentre os quais 35 milhões de famintos, os pastores do  PT & Cia. patrocinam  carnaval, futebol, viradas culturais, movimentos sem terra, sem teto, sem honestidade... para que  permaneçam ... dependentes  de esmola, como a Bolsa Família, em troca do seu voto.


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