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1 de jun. de 2016

024 - Minha História. Confiabilidade. Férias

Antes de viajar para Portugal acatei a solicitação do  superintendente da Suvinil e abri 58 novos clientes para seus produtos durante os 18 dias que me restavam.

Com a venda das minhas quotas societárias na Domus, estava com dinheiro para rever Portugal, apresentar a esposa à minha família e dar entrada numa casa em
construção, onde fomos morar 1 ano depois.  

Assim, também voltei a morar em casa própria, porque quando entrei de sócio na Domus precisei vender a casa onde morava, comprar o imóvel de uma pequena loja, sob o prédio, onde montei para a esposa a perfumaria Emebel Cosméticos e aluguei um apartamento.

Regressando a São Paulo, continuei a  abertura de novos clientes Suvinil.
Na minha carteira de trabalho consta que iria ganhar 5% de comissão sobre as vendas e mais 1% sobre a cobrança. 
 Mas um mês depois, eu já tinha sido “convidado” a me registrar como representante autônomo.   
Oito meses depois eu era o representante que mais faturava naquela indústria.

Foi quando a multinacional Basf/Glasurit comprou o controle da Suvinil. 
Eu ganhava mais que o seu gerente de marketing.   
 A nova administração “ propôs-me” que continuasse como representante porque não queria assumir encargos trabalhistas elevados e gradativamente diminuiu minha comissão. Começava com 5% até determinado volume de vendas, depois 2, 1, e 0,5%, chegando a perfazer na média 0,67%.
 Mesmo assim continuava ganhando mais que o seu gerente de marketing e seis  vezes mais que o meu pro-labore como sócio diretor da Tintas Domus.

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