Antes
de viajar para Portugal acatei a
solicitação do superintendente da Suvinil e abri 58 novos clientes
para seus produtos durante os 18 dias que me restavam.
Com
a venda das minhas quotas societárias na Domus, estava com
dinheiro para rever Portugal, apresentar a esposa à minha família e dar
entrada numa casa em
construção, onde fomos morar 1 ano depois.
Assim,
também voltei a morar em casa própria, porque quando entrei de sócio na Domus precisei vender a casa onde morava, comprar o imóvel de uma
pequena loja, sob o prédio, onde montei para a esposa a perfumaria Emebel Cosméticos e aluguei um
apartamento.
Regressando a São Paulo, continuei a
abertura de novos clientes Suvinil.
Na minha carteira de trabalho consta que iria
ganhar 5% de comissão sobre as vendas e mais 1% sobre a cobrança.
Mas um mês depois, eu já tinha sido “convidado” a me registrar como representante autônomo.
Oito meses depois eu era o representante que mais faturava naquela indústria.
Foi quando a multinacional Basf/Glasurit comprou o controle da Suvinil.
Eu ganhava mais que o seu gerente de marketing.
A
nova administração “ propôs-me” que continuasse como representante
porque não queria assumir encargos trabalhistas elevados e gradativamente diminuiu minha comissão. Começava com 5% até determinado volume de vendas, depois 2, 1, e 0,5%, chegando a perfazer na média 0,67%.
Mesmo
assim continuava ganhando mais que o seu gerente de marketing e seis vezes
mais que o meu pro-labore como sócio diretor da Tintas Domus.

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