continuidade à manutenção da família. Fundámos a Tintas Domus Industrial Ltda.. Éramos 9 sócios quotistas.
Eu era o sócio diretor de vendas. Coloquei nosso produto nos melhores revendedores do mercado, vendendo só à vista, durante dois anos. Nossas máquinas e matérias primas estavam pagas. Alguns revendedores queriam participar da sociedade. Nessa ocasião, propus ao meus sócios uma sociedade anônima, rejeitada pelo principal quotista, dirtetor administrativo, o qual, ao contrário, foi comprando, com o tempo, as quotas de seis sócios.
Ficamos 3. Eu com 25% e ele e a esposa com 75% do capital.
Acabei vendendo-lhe a minha parte, com um ótimo lucro, oito vezes e meia o valor da minha quota-capital, e passei a representante das tintas Suvinil.
Dois anos depois, ele passou a Domus para um dos ex-sócios que em seguida desistiu do negócio, vendendo a um concorrente as matérias primas e as máquinas. Com a minha saída, a indústria deixou de usufruir da confiabilidade que eu tinha adquirido ao longo dos anos, com meu bom cumprimento do dever junto aos revendedores:
(Qualidade + tempo = confiabilidade.)
Eles compravam nossos produtos porque confiavam na minha pessoa há muitos anos. Egoísmo, obsessão e obstinação do sócio capitalista acabaram com o nosso sonho. Antes de vender a minha participação societária na Domus, negociei minha transferência, como um simples representante, para a indústria de tintas Suvinil, uma concorrente com 4 anos de existência, ainda sem a maior
parte dos clientes que eu conhecia há mais de 10 anos, os quais consegui transformar em seus distribuidores.
Neste meio-tempo, tirei 41 dias de férias para rever a família.
Eu era o sócio diretor de vendas. Coloquei nosso produto nos melhores revendedores do mercado, vendendo só à vista, durante dois anos. Nossas máquinas e matérias primas estavam pagas. Alguns revendedores queriam participar da sociedade. Nessa ocasião, propus ao meus sócios uma sociedade anônima, rejeitada pelo principal quotista, dirtetor administrativo, o qual, ao contrário, foi comprando, com o tempo, as quotas de seis sócios.
Ficamos 3. Eu com 25% e ele e a esposa com 75% do capital.
Acabei vendendo-lhe a minha parte, com um ótimo lucro, oito vezes e meia o valor da minha quota-capital, e passei a representante das tintas Suvinil.
Dois anos depois, ele passou a Domus para um dos ex-sócios que em seguida desistiu do negócio, vendendo a um concorrente as matérias primas e as máquinas. Com a minha saída, a indústria deixou de usufruir da confiabilidade que eu tinha adquirido ao longo dos anos, com meu bom cumprimento do dever junto aos revendedores:
(Qualidade + tempo = confiabilidade.)
Eles compravam nossos produtos porque confiavam na minha pessoa há muitos anos. Egoísmo, obsessão e obstinação do sócio capitalista acabaram com o nosso sonho. Antes de vender a minha participação societária na Domus, negociei minha transferência, como um simples representante, para a indústria de tintas Suvinil, uma concorrente com 4 anos de existência, ainda sem a maior
parte dos clientes que eu conhecia há mais de 10 anos, os quais consegui transformar em seus distribuidores.
Neste meio-tempo, tirei 41 dias de férias para rever a família.

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