Sempre
fui um jogador medíocre de hóquei sobre patins.
Num
jogo em que o meu time perdia de 4 a 2, eu estava de reserva, e
o treinador comentava o mau desempenho de
determinado jogador da equipe.
Mostrava-me onde ele
falhava e convencia-me que se eu estivesse no lugar dele jamais teria
cometido aqueles erros e efetuou a substituição.
Cumpri
o dever:
Entrei no jogo
acreditando no que acabava de ouvir, pensando que era capaz, fiz jogadas
que nunca tinha conseguido e ganhamos o jogo de 6 a 4.
Somos o que pensamos e acreditamos ser.
Somos
pequenas partículas do Universo, com o
livre-arbítrio para agir, ou não, emocionalmente, através da nossa
energia cósmica, o espírito, o consciente, o inconsciente, a intuição, o
sexto sentido, sempre influenciados por nossas circunstâncias, nem
sempre construtivas. Somos, co partícipes das obras da Natureza, temos o
dever de acreditar que por trás de nossa mente racional, nosso ego
pensante, nosso talento, existe a intuição,
a mente emocional, o espírito, nosso micro cosmo pensante, nosso gênio,
que nos transforma em pequenos deuses com livre-arbítrio para meditar e, assim, intuir o melhor meio de atingir um fim desejado.

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