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1 de jun. de 2016

039 - Minha História. Convicção. Indução

Sempre fui um jogador medíocre de hóquei sobre patins. 

Num jogo em que o meu time  perdia de 4 a 2, eu estava de reserva, e o  treinador comentava  o mau desempenho de determinado jogador da equipe. 
Mostrava-me onde ele  falhava e convencia-me que se eu estivesse no lugar dele jamais teria cometido aqueles erros e efetuou a substituição. 

Cumpri o dever:  
Entrei no jogo acreditando no que acabava de ouvir, pensando que era capaz, fiz jogadas que nunca tinha conseguido e ganhamos o jogo de 6 a 4. 

Somos o que pensamos e acreditamos ser. 

Somos pequenas partículas do Universo, com o livre-arbítrio para agir, ou não, emocionalmente, através da nossa energia cósmica, o espírito, o consciente, o inconsciente, a intuição, o sexto sentido, sempre influenciados por nossas circunstâncias, nem sempre construtivas. Somos, co partícipes das obras da Natureza, temos o dever de acreditar que por trás de nossa mente racional, nosso ego pensante, nosso talento, existe a intuição, a mente emocional, o espírito, nosso micro cosmo pensante, nosso gênio, que nos transforma em pequenos deuses com livre-arbítrio para meditar e, assim, intuir o melhor meio de atingir um fim desejado. 

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