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1 de jun. de 2016

025 - Minha História. Promoção. Vocação

Visando a oportunidade de voltar a ser um dirigente de vendas, resolvi  estudar de noite, durante cinco anos, nas Faculdades Metropolitanas Unidas-SP.- FMU
 
Formado como bacharel em Ciências Sociais e Jurídicas  e aprovado no exame da OAB/SP, passei a exercer advocacia, concomitantemente com a representação. Eu tinha um colega de faculdade, hoje o grande advogado, Dr. João Paulino Pinto Teixeira, que quando cursávamos o terceiro ano, herdou o escritório de advocacia do falecido sogro. 
Como eu tinha o meu escritório de representações em imóvel próprio e com instalações
suficientes para acomodar mais esta atividade, convidei-o para trabalhrmos juntos como futuros advogados. Eu tinha um vasto conhecimento de possíveis clientes. Ele tinha um primo, advogando, que assinava nossas petições em juízo.

Foi nessa época que a Suvinil/Glasurit  dissolveu o corpo de representantes, empregou como vendedores os que aderiram a remuneração com salário fixo e registro na carteira de trabalho e promoveu-me a gerente de vendas e inspetorias, cargo inédito, para que eu pudesse ganhar mais que os outros gerentes, em razão dos meus ganhos como representante. 
Com os representantes que aceitaram o vínculo trabalhista formei quatro equipes de vendas e respectivas chefias. 
Eles não sofreram prejuízo, pois receberam um salário condizente com a média das suas comissões e preservaram “seu emprego”.  
Trabalhei nesta empresa durante 26 anos, cheio de realizações profissionais e econômicas, nos últimos anos como gerente de subdivisão de vendas, o equivalente atualmente a subdiretor. Os representantes que não aceitaram as novas condições moveram ação trabalhista que se arrastou por anos, com pouco ou nenhum sucesso, se arrependeram, induzidos pelo “direito”. 

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