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1 de jun. de 2016

061 - EUA. Ambição. Prosperidade

Exemplo de ação dedicada ao desenvolvimento econômico e social do seu povo,  de dirigentes que sabem ser flexíveis, determinados, bons ouvintes e preocupados com a Segurança Nacional. O seu lema é: “Amigos, amigos, negócios à parte”.   É assim que a grande potência americana vem procedendo desde a sua independência. Consegue levar vantagem nas guerras dos outros ou suas, tomando partido inteligente, voltado para o seu desenvolvimento econômico e a sua Segurança Nacional. Foi assim, na Primeira e na Segunda Guerra Mundial. Combatendo o comunismo e as ditaduras, cortou relações com  a pequena ditadura comunista cubana, mas faz bons negócios com o enorme mercado da ditadura comunista chinesa. Não combate o duro regime da Arábia Saudita, o maior exportador mundial de petróleo,  mas  derrubou a  debilitada ditadura iraquiana, gastando uma fortuna que é compensada pelo aumento do preço do barril que não só paga a guerra como ainda deixa lucro para a indústria bélica, para os Países detentores de jazidas, para as empresas petrolíferas, entre as quais as controladas pelos Governos Americano e Britânico.

Devido à ameaça da permuta do dólar pelo euro nas transações  efetuadas pelo Iraque em fins do ano 2000,  os EUA, entre 1998 e 2001 lançaram mísseis e bombas contra diversas cidades iraquianas, cumprindo o dever de declarar-lhe guerra com o que  sinalizaram aos membros da OPEP, entre eles o Irã,  segundo maior produtor de petróleo,  que a adoção do euro atenta contra a sua Segurança Nacional .
Em 2003, derrubaram Saddam Hussein. A substituição do regime ditatorial iraquiano por um governo flexível que permita a presença permanente de um base militar naquele território é muito importante para a manutenção da atual posição de liderança e para a salvaguarda de qualquer movimento político no Golfo Pérsico que possa ameaçar os seus investimentos na região. Neste jogo de interesses,  está o conglomerado político empresarial, industrial e militar americano e os promissores mercados da China, da Índia e da Rússia. Na extração e comércio do petróleo no Oriente Médio, sob controle de  empresas americanas,  controladas pelos governos dos Estados Unidos da América e da Inglaterra, os lucros sobre o valor da exploração são divididos meio a meio entre os países árabes e as exploradoras de cada jazida.







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