Para cuidar da liquidez, socorrer o déficit, o Estado deve
fazer um esforço concentrado para prover os meios de suprimento, cortando despesas supérfluas ou vendendo ativos desnecessários.
"Vão-se os anéis, fiquem os dedos".
Os ativos patrimoniais do Estado devem ser transformados em dinheiro, no tempo, na quantidade e no valor adequados à necessidade de Caixa, para socorrer os pagamentos, liquidar as dívidas sem aumentar impostos, sem contrair empréstimos, à mercê dos credores especuladores. Para tanto, o Serviço de Contabilidade do Estado tem o dever de efetuar o balanço realista, visando mostrar ao Governo o saldo devedor de Caixa que está dificultando a geração da Prosperidade Nacional. A estabilidade do Brasil, de uma empresa ou de uma pessoa, dependem da eficácia da administração contábil, patrimônio e liquidez.
O objetivo social deve ser resolvido com liquidez de Caixa e reformas que facilitem o desenvolvimento regional com o incremento dos investimentos estrangeiros e nacionais e não com o aumento da dívida interna e externa.
Para conseguir esta liquidez, necessário se faz que pessoas e Estado se conscientizem que isso só é possível cumprindo-se o dever de cultivar a tendência do gastar menos do que arrecada.
Progresso e sucesso virão com a ambição de atacar as causas dos grandes problemas que continuam aí : juros excessivos, corrupção
generalizada, legislação trabalhista paternalista, sistema
previdenciário falido, complexo sistema tributário, moroso sistema
judiciário e uma máquina pública que gasta mal o que arrecada,
prejudicando investimentos em educação, saúde, segurança, emprego e combate à pobreza.

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