Tomemos como exemplo a introdução do documento
“A Estratégia de Segurança Nacional dos EUA”
divulgado em setembro de 2004, na qual fica bem clara a intenção
americana quando declara que
“Hoje as maiores potências do mundo se
encontram do mesmo lado – unidas pelos perigos de violência terrorista e
caos”.
E mais adiante lembra que
“A Rússia está no meio de uma
transição esperançosa, alcançando seu futuro democrático” e que os
“Líderes chineses estão descobrindo que liberdade econômica é a única
fonte de riqueza nacional”.
“Junta-te aos bons e serás tão bom quanto eles”.
É por esse motivo que o Brasil tem de buscar novas alianças, principalmente quando os principais aliados nos impõem barreiras ou subsidiam à agricultura, concorrendo de
forma injusta contra o carro chefe das nossas exportações – o
agronegócio.
Mas para ser realmente próspero é necessário ter receita,
reestruturar a economia nacional, tornando o pais uma grande máquina exportadora.
O Brasil não apendeu a lição da China que virou a fábrica do mundo. Empresas como Reebok, Nike, Motorola,
RCA, Intel, etc. fabricam grande parte de suas produções na China,
proporcionando preços competitivos no mercado comercial.
O
Brasil, que tinha o dobro do PIB e também das exportações da China,
quando reatou relações com o povo chinês, não acompanhou seu ritmo e
andou para trás porque cada governo trazia seu próprio pacote ou plano
de milagres econômicos, que realmente eram milagrosos e baixados com uma
canetada mágica. Nenhum deles tinha previsão de receita externa, eram
voltados para dentro como se a mísera poupança nacional fosse suficiente para alavancar o necessário crescimento das nossas exportações.

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