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2 de jun. de 2016

069 - Estratégia de Segurança Nacional

Tomemos como exemplo a introdução do documento 
 “A Estratégia de Segurança Nacional dos EUA” divulgado em setembro de 2004, na qual fica bem clara a intenção americana quando declara que 
“Hoje as maiores potências do mundo se encontram do mesmo lado – unidas pelos perigos de violência terrorista e caos”. 
E mais adiante lembra que
“A Rússia está no meio de uma transição esperançosa, alcançando seu futuro democrático” e que os
“Líderes chineses estão descobrindo que liberdade econômica é a única fonte de riqueza nacional”.

“Junta-te aos bons e serás tão bom quanto eles”.
 É por esse motivo que o Brasil  tem de buscar novas alianças, principalmente quando os principais aliados nos impõem barreiras ou subsidiam à agricultura, concorrendo de forma injusta contra o carro chefe das nossas exportações – o agronegócio. 

Mas para ser realmente próspero é necessário ter receita, reestruturar a economia nacional, tornando o pais  uma grande máquina exportadora.

O Brasil não apendeu a lição da  China que virou a fábrica do mundo. Empresas como Reebok, Nike, Motorola, RCA, Intel, etc. fabricam grande parte de suas produções na China, proporcionando preços competitivos no mercado comercial.

O Brasil, que tinha o dobro do PIB e também das exportações da China, quando reatou relações com o povo chinês, não acompanhou seu ritmo e andou para trás porque cada governo trazia seu próprio pacote ou plano de milagres econômicos, que realmente eram milagrosos e baixados com uma canetada mágica. Nenhum deles tinha previsão de receita externa, eram voltados para dentro como se a mísera poupança nacional fosse suficiente para alavancar o necessário crescimento das nossas exportações.

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