Estava... Esteve em andamento o projeto de Segurança Econômica e Social.
Em
2004 Lula ao discursar na reunião de cúpula do G-8
afirmou: “Sabemos quais são nossas responsabilidades. Estamos fazendo a
nossa parte – executando políticas econômicas equilibradas, combatendo o
desperdício e a corrupção, aprimorando as instituições para o bom
funcionamento de nossas economias.
Temos demonstrado vontade política para combater os desequilíbrios sociais e a pobreza”.
Este
projeto deveria ser fortemente concentrado no Poder Executivo, menos envolvido com os interesses dos grupos
prevaricadores e mais preocupado com a consolidação do Bem-estar Nacional.
contemplando o Ministério Público de Segurança Nacional, independente do
Ministério da Defesa Nacional. Sua regulamentação não deveria contar apenas com o
necessário envolvimento dos parlamentares e do Congresso porque estão mais envolvido com os interesses dos grupos
prevaricadores e menos preocupados com a consolidação da
Tranquilidade Nacional.
No Brasil, os detentores do
poder econômico estão mais preocupados em criar grupos de pressão
política de acomodação econômica provinciana do que no pensar grande
para assimilar a tendência da expansão mundial e se defender do
“imperialismo” econômico, científico, e tecnológico, da dependência da
tecnologia externa e ampliarem cada vez mais as exportações.
Estes
mesmos grupos devem pressionar o poder político a efetivar as reformas
constitucionais éticas e disciplinares dos Deveres Sociais e Deveres
Estaduais que permitam a
assimilação do “puritanismo” americano, fonte geradora do seu
desenvolvimento .
É
por este arrojo de altruísmo, nacionalismo e principalmente de
coerência que o Estado brasileiro deverá ganhar o prestígio internacional
de grande reformador do século XXI , incrementado o turismo nacional,
acabando com o paternalismo trabalhista e criando um salário mínimo
compatível com a dignidade humana, acabando com o voto obrigatório,
implantando o voto distrital, desonerando os lucros na Bolsa de Valores,
punindo a corrupção, a fraude em balanços e auditorias contábeis, incentivando o
retorno de depósitos em paraísos fiscais, punindo com leis da Defesa da Segurança Nacional todos crimes que sejam lesivos aos bem-estar público-social.

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