A Segurança Nacional depende fundamentalmente da vontade política do Governo A
propaganda de prestígio governamental deve acabar. As suas verbas devem ser
usadas na divulgação da nova lei
de Segurança Nacional e na campanha de esclarecimento dos problemas sociais advindos dos crimes nela enquadrados.
Precisamos de Leis Trabalhistas que transformem o trabalhador num cidadão disciplinado, responsável pelo seu bem-estar, sua economia, sua poupança e sua aposentadoria, sem a intervenção paternalista do Estado e do Patrão. Uma aliança entre patrões e empregados que permita aumentar os salários, diminuir a carga de impostos trabalhistas e a política assistencialista estatal, delegando ao trabalhador e aos patrões a responsabilidade pelo futuro Bem-estar Coletivo, tão necessária para o desenvolvimento da Economia Social.
Precisamos de Leis Trabalhistas que transformem o trabalhador num cidadão disciplinado, responsável pelo seu bem-estar, sua economia, sua poupança e sua aposentadoria, sem a intervenção paternalista do Estado e do Patrão. Uma aliança entre patrões e empregados que permita aumentar os salários, diminuir a carga de impostos trabalhistas e a política assistencialista estatal, delegando ao trabalhador e aos patrões a responsabilidade pelo futuro Bem-estar Coletivo, tão necessária para o desenvolvimento da Economia Social.
O Estado deve simplificar a máquina estatal, especialmente
no que tange a diminuição dos gastos, a
burocracia, a uniformização da previdência, a relação trabalhista igual para
todas a pessoas, acabando com a estabilidade dos funcionários públicos. Diminuir a burocracia
para a abertura de novas empresas, simplificar os impostos para facilitar a cobrança, controle fiscal e permitir a sua longevidade e
consequente manutenção e aumento
de empregos.
Existe uma enorme quantidade de
pequenas e médias empresas impedidas de crescer e gerar empregos, que vivem na
semi informalidade, para sobreviverem à alta carga de impostos. Quem perde com
esta situação é o Estado que deixa de arrecadar e os empresários que não
sonegam, que saem do mercado,
desestabilizados pelos sonegadores.
Na primeira empresa que abri, fui alertado pelo meu contador
que precisava sonegar para sobreviver. Como não arrisquei, encerrei a empresa 2
anos depois.
Estudando a possibilidade de fazer uma parceria de
revenda com uma pequena indústria, fui
informado com a maior tranqüilidade que
a sua condição de venda era de 50% com nota fiscal e outros 50% sem
nota. Não fechei negócio.
Quando eu era chefe de vendas de um grande indústria que vendia sem nota
fiscal ou usava a mesma nota para mais de uma entrega, constatei que duas
coisas aconteciam. Uma , o Estado deixava de receber impostos. Outra, havia
empregados, desviando cargas, ficando com o produto da venda.
Felizmente, antes desta empresa pedir concordata e depois
falir, pedi demissão.

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