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2 de jun. de 2016

074 - Brasil. Economia Nacional

A Segurança Nacional depende fundamentalmente da vontade política do Governo  A propaganda de prestígio governamental deve acabar. As suas verbas devem ser usadas na divulgação da nova lei de Segurança Nacional e na campanha  de esclarecimento   dos problemas sociais advindos dos  crimes nela enquadrados.
Precisamos de Leis Trabalhistas que transformem o trabalhador num cidadão disciplinado, responsável pelo seu bem-estar, sua economia, sua poupança e  sua aposentadoria, sem a intervenção paternalista do Estado e do Patrão. Uma aliança entre patrões e empregados que permita  aumentar os salários, diminuir  a carga de impostos trabalhistas e a política assistencialista estatal, delegando ao trabalhador e aos patrões a responsabilidade pelo futuro Bem-estar Coletivo, tão necessária para o desenvolvimento da Economia Social.
O Estado deve simplificar a máquina estatal, especialmente no que tange  a diminuição dos gastos, a burocracia, a uniformização da previdência, a relação trabalhista igual para todas a pessoas, acabando com a estabilidade dos funcionários públicos. Diminuir a burocracia para a abertura de novas empresas,  simplificar os impostos para facilitar a cobrança, controle fiscal e permitir a sua longevidade e   consequente  manutenção e aumento de empregos. 
Existe uma enorme quantidade de pequenas e médias empresas impedidas de crescer e gerar empregos, que vivem na semi informalidade, para sobreviverem à alta carga de impostos. Quem perde com esta situação é o Estado que deixa de arrecadar e os empresários que não sonegam,  que saem do mercado, desestabilizados pelos sonegadores.
Na primeira empresa que abri, fui alertado pelo meu contador que precisava sonegar para sobreviver. Como não arrisquei, encerrei a empresa 2 anos depois.
Estudando a possibilidade de fazer uma parceria de revenda  com uma pequena indústria, fui informado  com a maior tranqüilidade que a  sua condição de venda  era de 50% com nota fiscal e outros 50% sem nota. Não fechei negócio.
Quando eu era chefe de vendas de  um grande indústria que vendia sem nota fiscal ou usava a mesma nota para mais de uma entrega, constatei que duas coisas aconteciam. Uma , o Estado deixava de receber impostos. Outra, havia empregados, desviando cargas, ficando com o produto da venda.
Felizmente, antes desta empresa pedir concordata e depois falir, pedi demissão.

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