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2 de jun. de 2016

072 - Feudalismo Corporativista Brasileiro

O feudalismo corporativista brasileiro defende o continuísmo  voltado para a perpetuação no poder dos que tudo podem,  um circuito fechado de súditos leais, com os quais formou uma teia de interesses pessoais, de elites políticas sem ideologias sociais ou político-partidárias que apenas visam o poder político-econômico, seus feudos e seus respectivos vassalos.  
 Até quando os novos escravos vão aguentar tamanha desfaçatez  ?
É neste contexto que temos assistido, manietados,  aos caprichos do senhores feudais do tipo  ACM, Quércia, Maluf, Dirceu, Severino, Jader, Arruda, Calheiros, Color, Sarney, Eduardo Cunha, Renan Calheiros, influenciadores de Lula, Dilma, Temer e seus prepostos nas mais importantes funções públicas, tais como os Ministérios, o STF,  as diretorias das empresas estatais e dos órgãos públicos em geral. Estes senhores feudais, representando as suas empresas,  instituições, sindicatos e partidos, estão se beneficiando direta ou indiretamente, de leis protecionistas, de prerrogativas, direitos, benefícios exclusivos, corporativos,  que lesam os diversos segmentos do restante da sociedade.
O exercício dos cargos públicos é pautado por regras feudo-mafiosas 
Os ministros são escolhidos pelo sistema de quotas e não pela competência para o cargo. As empresas Estatais são loteadas literalmente seguindo à risca os mesmos critérios espúrios utilizados para a escolha do primeiro escalão.  Os Tribunais são lotados de um volume imenso de processos muito difíceis que os inviabiliza operacionalmente e, assim,  mantém a impunidade dos barões e príncipes que se apossam das coisas públicas.
Felizmente, tem-se a sensação de que os mecanismos de combate jurídico demonstram alguma capacidade  técnica investigativa da Polícia Federal, do  Ministério Público e pela negação de foro privilegiado a ex-autoridades decidida pelo Supremo Tribunal Federal.

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