Vivemos
num estágio democrático que deve exigir maior atenção das elites
político-econômicas mundiais para a base social dos Povos, através da
expansão global da economia, da Segurança e do Bem Comum.As
fronteiras nacionais estão desaparecendo à medida que as atividades
econômicas, tecnológicas, e científicas se internacionalizam,
estabelecendo por toda a parte do Globo uma interdependência
irreversível
O tempo deverá dizer que este projeto está certo, embora lento.
Nessa
ocasião assistiremos ao incremento da Segurança Mundial e especialmente
da Segurança Social dos Estados, da expansão da economia e do mercado
mundial de trabalho, baseado na melhor distribuição de renda e no baixo
custo de vida para as maiorias desprovidas, fruto de altos índices de
produtividade alcançados.
Com tanto desenvolvimento científico e
tecnológico, o trabalhador é cada vez menos importante para a produção e
cada vez mais necessário e envolvido diretamente no crescimento da
economia e do bem-estar social, como segue:
Vai ter menos regalias paternalistas trabalhistas.
Vai ser mais responsável por sua aposentadoria.
Vai ter mais oportunidades de emprego.
Vai ganhar mais por hora trabalhada.
Vai trabalhar menos horas por dia.
Vai sentir-se auto suficiente.
Vai gerar mais riqueza.
Vai consumir mais.
Vai ser mais feliz.
Terá
mais tempo de preparar o seu futuro, aperfeiçoar o seu conhecimento,
estudar, cuidar de outros afazeres voltados para a complementação do
orçamento da sua economia doméstica e incrementar o Bem-estar Coletivo.
A Organização das Nações Unidas e a Declaração Universal dos Direitos do
Homem, consagram no artigo 22 , dos Direitos Humanos, os “direitos” de igualdade dentro de cada classe social.
Os “direitos” para o Bem-estar Universal são um engodo.
Mais aumentam os privilégios das Nações do Primeiro Mundo do que beneficiam as Nações Subdesenvolvidas. Trata-se
de uma injustiça que ao ser praticada em qualquer Nação será sempre uma
ameaça à justiça do Planeta porque mais beneficia os donos do Poder, do
Ter e do Saber.
Para os vassalos sobram apenas os deveres.
Todas
a Nações gostariam de viver num Mundo mais justo que o atual, mas agem
egoisticamente, contrariando essa vontade universal que clama pelo
cumprimento dos Deveres Individuais em defesa da própria Segurança Nacional. Quando
as Nações Desenvolvidas caírem na realidade, descobrirão inúmeros
benefícios coletivos usufruídos através de uma nova cultura voltada para
os Deveres Recíprocos Público Privados, a proclamar e promulgar pela
Organização das Nações Unidas, através de uma Declaração Universal dos
Deveres Sociais, em substituição à ineficaz Declaração Universal dos
Direitos do Homem. Os principais privilégios desta Declaração
serão, sem dúvida, a expansão da economia mundial e a implícita melhoria
da Segurança Social de todas as Nações.

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