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2 de jun. de 2016

065 - Globalização. Estágio Democrático. ONU.

Vivemos num estágio democrático que deve exigir maior atenção das elites político-econômicas mundiais para a base social dos Povos, através da expansão global da economia, da Segurança e do Bem Comum.As fronteiras nacionais estão desaparecendo à medida que as atividades econômicas, tecnológicas, e científicas se internacionalizam, estabelecendo por toda a parte do Globo uma interdependência irreversível
O tempo deverá dizer que este projeto está certo, embora lento.
Nessa ocasião assistiremos ao incremento da Segurança Mundial e especialmente da Segurança Social dos Estados, da expansão da economia e do mercado mundial de trabalho, baseado na melhor distribuição de renda e no baixo custo de vida para as maiorias desprovidas, fruto de altos índices de produtividade alcançados.
Com tanto desenvolvimento científico e tecnológico, o trabalhador é cada vez menos importante para a produção e cada vez mais necessário e envolvido diretamente no crescimento da economia e do bem-estar social, como segue:
Vai ter menos regalias paternalistas trabalhistas.
Vai ser mais responsável por sua aposentadoria.
Vai ter mais oportunidades de emprego.
Vai ganhar mais por hora trabalhada.
Vai trabalhar menos horas por dia.
Vai sentir-se auto suficiente.
Vai gerar mais riqueza.
Vai consumir mais.
Vai ser mais feliz.
Terá mais tempo de preparar o seu futuro, aperfeiçoar o seu conhecimento, estudar, cuidar de outros afazeres voltados para a complementação do orçamento da sua economia doméstica e incrementar o Bem-estar Coletivo.
A Organização das Nações Unidas e a Declaração Universal dos Direitos do
Homem, consagram no artigo 22 , dos Direitos Humanos, os “direitos” de igualdade dentro de cada classe social.
Os “direitos” para o Bem-estar Universal são um engodo.
Mais aumentam os privilégios das Nações do Primeiro Mundo do que beneficiam as Nações Subdesenvolvidas. Trata-se de uma injustiça que ao ser praticada em qualquer Nação será sempre uma ameaça à justiça do Planeta porque mais beneficia os donos do Poder, do Ter e do Saber.
Para os vassalos sobram apenas os deveres.
Todas a Nações gostariam de viver num Mundo mais justo que o atual, mas agem egoisticamente, contrariando essa vontade universal que clama pelo cumprimento dos Deveres Individuais em defesa da própria Segurança Nacional. Quando as Nações Desenvolvidas caírem na realidade, descobrirão inúmeros benefícios coletivos usufruídos através de uma nova cultura voltada para os Deveres Recíprocos Público Privados, a proclamar e promulgar pela Organização das Nações Unidas, através de uma Declaração Universal dos Deveres Sociais, em substituição à ineficaz Declaração Universal dos Direitos do Homem. Os principais privilégios desta Declaração serão, sem dúvida, a expansão da economia mundial e a implícita melhoria da Segurança Social de todas as Nações.

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