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3 de jun. de 2016

081 - Estadistas. Formação. Curso Preparatório

Constatamos um certo descontentamento por parte de eleitores mais esclarecidos sobre quais os candidatos que merecem o seu voto. Tantos são os despreparados ou desqualificados que os Partidos nos  apresentam. Verdadeiros picaretas, oportunistas, despreparados para o exercício honesto da função pública e social, que encontram no cargo apenas um meio de alcançarem os objetivos pessoais: poder, enriquecimento e impunidade.  Eles deveriam ser sabatinados pelos Órgãos que controlam e fiscalizam as eleições, tamanha é a responsabilidade que os eleitos vão ter no futuro dos destinos do Brasil e na Segurança Nacional. Deveriam ser aprovados por um curso preparatório de política sócio econômica, obrigatório que  teria a incumbência de formar futuros estadistas, para se poderem alistar no seu Partido que teria a responsabilidade de analisar a vida pregressa do candidato com ficha limpa,  para depois apresentá-lo ao Órgão Eleitoral encarregado de sua aprovação.
Duas condições seríam exigidas para ser admitido como aluno,  ter pelo menos instrução secundária e ficha limpa. Essas exigências facilitariam encontrar  o candidato a estadista que desenvolveria durante o curso preparatório os princípios de um governo eficiente, tais como: os princípios da arte de governar, liderança política sem limitações partidárias, o desenvolvimento do País com profissionais não vinculados a partidos, dar o exemplo de cumprir e fazer cumprir os deveres recíprocos, defender um plano de desenvolvimento sócio econômico, criar parâmetros de remuneração mínima e máxima  para todos, incentivar as grandes fortunas a efetuar doações à Previdência Social, convencer o Congresso a tornar simples e objetivos os princípios constitucionais embasadas em deveres recíprocos que possibilitem a reforma das leis políticas, judiciárias, tributárias, trabalhistas e previdenciárias, ter firmeza para enfrentar a criminalidade e defender sua rigorosa punição, com indenização às vítimas e ao Estado, defender  a pena de morte para criminosos que afetem a Segurança Nacional, promover  a criação de novas frentes de trabalho, promover o investimento  e desenvolvimento regional  para aumentar a fixação,  sem esmolas governamentais e com dignidade, das pessoas em seus Estados de origem, dedicar  as maiores parcelas possíveis do orçamento para a criação de novas escolas e hospitais e justa a remuneração dos respectivos profissionais, ser um exemplo de honestidade,  para que seus concidadãos sejam incentivados a pagar seus impostos  e sentir  a segurança de que eles serão aplicados no desenvolvimento e bem-estar de todos, prometer que a bem da Segurança Nacional, se empenhará em combater o atual feudalismo corporativo, que vai desde a GUERRA INTERNA do crime organizado à corrupção descarada, e implicitamente à impunidade, péssimo exemplo para as pessoas honestas que ainda restam neste País.

 

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