Os Estatutos dos Partidos quase
nada “dizem” sobre a qualidade ética dos seus afiliados, uns
conservadores de regalias presentes, outros defensores de regalias
futuras e outros menos poderosos a serviço de qualquer dos dois. Resta
aos poucos políticos do Bem desfiliarem-se dos seus Partidos,
juntando-se aos cidadãos honestos , apáticos, não energizados
politicamente que aceitem fundar o
POP Partido Ordem e Progresso
que engaje todos os homens e mulheres de bem, com ou sem bens materiais, sem religião definida ou
determinada, sem ganância, sem racismo, sem ódio, sem inveja, sem
antecedentes criminais, sem representar categorias profissionais, sem
tendências contrárias aos Deveres Recíprocos Sociais e Estaduais; que defenda o rigoroso cumprimento dos deveres de cada componente da Nação para
alcançarmos os tão desejados benefícios individuais e coletivos,
chamados egoisticamente de "direitos”. O que nos leva a defender criação do POP é o fato de estarmos assistindo ao desfile de uma parte de
dirigentes políticos com um fim melancólico, se não trágico,
porque se deixaram levar pelo engodo do poder pelo poder. Alguns se
intitulam enviados de Deus para governar; julgam-se pequenos
deuses, onipotentes. Quando caem na realidade, já é tarde; a
Providência já se encarregou de lhes dar o fim de vida que jamais
almejariam. Infelizmente, para eles o egoísmo e a obstinação falaram
mais alto. Deles, não precisamos citar nomes. A História está cheia
desses exemplares de poder mal sucedido. Outros se intitulam defensores
dos “direitos” do cidadão, desde que, particularmente os beneficie. Quando o Estado tenta sanear a injustiça social, os defensores das vantagens se insurgem alegando, desde os famigerados
“direitos adquiridos”, até ao hipócrita argumento de atentado à
liberdade e à democracia, como se estivesse em causa o interesse
nacional, quando na realidade estão em jogo os seus privilégios
ilícitos, disfarçados de institucionais. É clara a distorção, mas estes poderosos têm
a facilidade de legislar ou mandar legislar em causa própria. É por isso que precisamos do POP para que o Estado possa inibir essa
tendência natural com leis voltadas para nossos deveres de uma vida social mais honesta..

Nenhum comentário:
Postar um comentário