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3 de jun. de 2016

082 - POP. Injustiça Social.

Os Estatutos dos Partidos quase nada “dizem” sobre a qualidade ética dos seus afiliados, uns conservadores de regalias presentes, outros defensores de regalias futuras e outros menos poderosos a serviço de qualquer dos dois. Resta aos poucos políticos do Bem desfiliarem-se dos seus Partidos, juntando-se aos cidadãos honestos , apáticos, não energizados politicamente que  aceitem fundar o
POP Partido Ordem e Progresso
que engaje todos os homens e mulheres de bem, com ou sem bens materiais, sem religião definida ou determinada, sem ganância, sem racismo, sem ódio, sem inveja, sem antecedentes criminais, sem representar categorias profissionais, sem tendências contrárias aos Deveres Recíprocos Sociais e Estaduais; que defenda o rigoroso cumprimento dos deveres de cada componente da Nação para  alcançarmos os tão desejados benefícios individuais e coletivos, chamados egoisticamente de "direitos”. O que nos leva a defender criação do POP é o fato de estarmos assistindo ao desfile de uma  parte de dirigentes políticos  com  um fim melancólico, se não trágico, porque se deixaram levar pelo engodo do poder pelo poder. Alguns se intitulam enviados de Deus para governar; julgam-se pequenos deuses, onipotentes. Quando caem na realidade, já é tarde; a Providência já se encarregou de lhes dar o fim de vida que jamais almejariam. Infelizmente, para eles o egoísmo e a obstinação falaram mais alto. Deles, não precisamos citar nomes. A História está cheia desses exemplares de poder mal sucedido. Outros se intitulam defensores dos “direitos” do cidadão, desde que, particularmente os beneficie. Quando o Estado tenta sanear a injustiça social, os defensores das vantagens se insurgem alegando, desde os famigerados “direitos adquiridos”, até ao hipócrita argumento de atentado à liberdade e à democracia, como se estivesse em causa o interesse nacional, quando na realidade estão em jogo os seus privilégios ilícitos, disfarçados de institucionais. É clara a distorção, mas  estes poderosos têm a facilidade de legislar ou mandar  legislar em causa própria. É por isso que precisamos do POP para que o Estado possa inibir essa tendência natural com leis voltadas para nossos deveres de uma vida social mais honesta..

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