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18 de jun. de 2010

005 - Justiça de Fachada

"Sagrados Direitos"
Desde os primeiros dias de vida a criança revela-se instintivamente cheia de direitos. Quer tudo para si: o carinho, os brinquedos, os elogios, a liberdade, etc. Chora quando reprimida. Fica triste quando obrigada a cumprir seus deveres. Fica feliz quando consegue agir errado e não é repreendida. 
Crescemos, ficamos adultos, racionais, mas o estigma do egoismo subsiste: esquecemo-nos facilmente das responsabilidades . 
Ficamos felizes por não cumprir nossos deveres.
E defendemos com unhas e dentes o cumprimento dos deveres dos outros para conosco :
São os nossos sagrados direitos ! 
Os conflitos no mundo são grandes pelo fato de que os Legisladores têm interesses político-econômicos em viciar e distrair as pessoas na reclamação e defesa egoísta de direitos e, assim,  conservar o mercado promissor dos advogados, diminuindo a necessidade da promulgação de leis de deveres que aceleram o processo, diminuem o ônus da prova e civilizam as pessoas públicas e privadas, tornando-as imediatamente responsabilizadas.

Com tantos Códigos de Direitos,  esquecemos facilmente dos nossos deveres e
defendemos ferreamente os nossos Sagrados Direitos !
Se assim não fosse, viveríamos em paz e prosperidade, relativas ao nosso meio, apenas tolhidas pelo Cáos, ou pelos atos de Deus, que nos torna diferentes, indivíduos, com mais ou menos possibilidades do êxito desejado. Mas o que ocorre é que os donos do poder usam o Povo como massa de manobra:
Impingem-lhe direitos para serem reivindincados através da burocracia, da advocacia e da justiça e escondem-lhe os deveres recíprocos do Povo e do Estado que deveriam ser automaticamente cumpridos e creditados sem questionamento porque seriam impostos apenas por leis embasadas em 
princípios morais e disciplinares.







 

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