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11 de nov. de 2016

194 - É preciso um lobby pelo caminhar




ANDE PELA DIREITA ...
EM CALÇADAS IRREGULARES, NÃO SEJA MAIS UM OBSTÁCULO ...
"É preciso um lobby pelo caminhar. Urgentemente. Tão histórico e forte quanto o do automóvel, tão insistente e persistente quanto o da bicicleta. A sociedade precisa ser estimulada a brigar por mais do que boas calçadas ou ao menos a existência delas. É preciso mais, muito mais. Exigir uma infraestrutura voltada para a mobilidade a pé.
Mas não era para ser assim. A caminhabilidade deveria ter mais vez e voz nas metrópoles. A realidade das cidades mostra essa urgência. Entre os tipos de transporte ativo – movido pelas pessoas, sem uso de motor –, o caminhar é o mais comum. Na verdade, o brasileiro anda, e muito, é a pé. O relatório 2016 do Sistema de Informações da Mobilidade Urbana da ANTP, confirma o que os outros já diziam: 26% das viagens realizadas no País são a pé. O transporte coletivo responde por 49% dos deslocamentos, o automóvel por 20%, as motos e as bicicletas por 4%.
É fato que, mesmo com a melhor infraestrurura de mobilidade a pé, longas distâncias nunca seriam percorridas pelos pedestres nas cidades. Percursos de até dois quilômetros são considerados o ideal para convencer a sociedade a utilizar o caminhar como modal de transporte, aponta Hellem Miranda, do Instituto de Energia e Meio Ambiente (Iema). O caminhar nunca vai substituir o automóvel, a moto e o transporte coletivo. Essa, aliás, nunca foi a pretensão dos que batalham pela caminhabilidade no Brasil. Mas, se estimulado, poderia ser incorporado por muitas pessoas que enfrentam deslocamentos curtos no dia a dia.
Além disso, se integraria perfeitamente a uma rede de mobilidade urbana essencial para as cidades. “É preciso lembrar que as estatísticas sobre os deslocamentos a pé são subnotificações porque as pesquisas excluem os percursos com menos de 500 metros. Ou seja, temos muito mais gente do que os 30% estimados para identificar as pessoas que usam o caminhar como transporte no País de forma geral. Agora, para atrair mais e mais pessoas é muito mais importante tornar a rua atrativa para o caminhar do que fazer calçadas, por exemplo.
“O primeiro ponto a ser observado são as possibilidades de acessar, caminhando, áreas de lazer, comércio e entretenimento, como parques, lojas, restaurantes, museus, entre outras formas de atividades sociais e culturais. Ruas cheias de gente atraem para o caminhar”, destaca Hellem Miranda. Num segundo momento, se analisa as condições do caminho que precisa ser percorrido até o destino. Nesse aspecto, a percepção que temos do ato de caminhar – nossa predisposição para optar por essa forma de deslocamento em detrimento de outras – também está intimamente ligada à qualidade das calçadas. Passeios públicos que atendam os princípios pelos quais deve ser norteada a construção de uma calçada estimulam os deslocamentos a pé e, como consequência, elevam a qualidade de vida nas cidades.
Repensar a forma como nos deslocamos, mais do que uma tendência, tem se tornado uma diretriz de planejamento urbano em grandes cidades do mundo. Amsterdã, Copenhague, Helsinque, Zurique, Hamburgo – todas caminham em direção a um futuro onde as ruas terão cada vez mais pessoas e menos carros."

13 de out. de 2016

193 - PREVIDÊNCIA - CARTA AO PRESIDENTE TEMER


Prezado Presidente
Michel Temer,
Foi com grande admiração que tomei conhecimento pela TV da intenção de V. Exª. de unificar o sistema previdenciário brasileiro .
Aposentado que sou, sugiro que nessa reforma seja incluída uma contribuição altruísta, solidária, um percentual sobre todas as aposentadorias e pensões que ajude a garantir o superávit.
O Estado tem o dever de criar o Sistema Único de Previdência Nacional para adaptar, sem exceções, todas as pensões a valores mínimo e máximo, condizentes com o valor e o tempo de contribuição de cada beneficiário.
Cabe ao Estado alterar quaisquer situações contrárias aos interesses públicos, os quais devem sempre prevalecer sobre os privilégios privados.
O Estado deve transcender a qualquer lei em vigor, sempre que esta conflite com a Justiça Social.
O Poder Legislativo deve perder o apego histórico a fórmulas de leis discricionárias e promulgar normas voltadas para os gerais Deveres Sociais e Estaduais.
A Previdência Social deve arrecadar uma contribuição, altruísta, solidária, de todos os pensionistas pelo INSS e por todos os outros Órgãos previdenciários da União que ajude a garantir o pagamento e o reajuste das pensões presentes e futuras.
Respeitosamente,
José De Melo Da Cunha

30 de set. de 2016

192 - MOP POLÍTICO - esfregão para o descalabro reinante


Pois é ... não temos jeito ! Autoridades dizem que a cada 25 anos temos recaídas morais. Cada vez mais necessitamos de freios na impunidade, na indisciplina, na safadeza, na lei...do jeitinho, no egoísmo, no narcisismo e no desprezo pela coletividade. Ora, se essas autoridades constatam isso e nada fazem para conter nossos instintos irracionais, conclui-se que elas são coniventes com o descalabro e usam a demagogia para empurrar com a barriga os próprios vícios de mau comportamento e mau exemplo para a coletividade. Tivemos o mensalão, o impeachment com fatiamento inconstitucional, temos o lava jato, mas, para lamentar, a imunidade parlamentar para dificultar o julgamento dos atores da corrupção, inclusive de representantes do crime organizado infiltrados na política.
Isto é uma vergonha só ....
Tivemos a ditadura de 64 que não foi suficiente, tivemos a vassoura do Jânio, "varre, varre vassourinha"contra o trevo do Ademar "rouba, mas faz" "rouba e deixa roubar", tivemos até a farsa do Color com a "caça aos marajás".
Precisamos de um MOP político, um esfregão para o descalabro reinante, um Movimento Ordem e Progresso.
Quando será que teremos autoridades dispostas a acabar com essa farra desonesta, ditando um chega ... e começando tudo do zero, sem privilégios para as minorias governantes e com deveres iguais para todas a pessoas físicas e jurídicas, públicas e privadas ?

15 de set. de 2016

191 - SAFADEZA

Trecho do Discurso do Presidente Nacional da OAB

😡 *VOCÊ SABE O QUE É SAFADEZA???*  😡  *O título até pode ser deselegante, mas que é muito verdadeiro...*
  
😡1. *SAFADEZA* é comparar a pensão de um *Deputado* com a de uma *Viúva.*
 
😡2. *SAFADEZA* é um Cidadão ter que contribuir ao longo de 35 anos para ter direito a receber pensão, enquanto Deputados necessitam somente 1 ou 2 mandatos, conforme o caso, e alguns membros do Governo, para terem o direito de cobrar Pensão Máxima precisam unicamente do Juramento de Posse.
 
😡3. *SAFADEZA* é que os Deputados sejam os únicos Trabalhadores (???) deste País que têm isenção de IR sobre 1/3 de seu salário.
 
😡4. *SAFADEZA* é por, na Administração pública, milhares de Assessores (leia-se Amigalhaços) com Salários almejados pelos Mais Qualificados Técnicos.
 
😡5. *SAFADEZA* é a enorme quantidade de Dinheiro destinado a apoiar os Partidos, situação aprovada pelos mesmos Políticos que vivem deles.
 
😡6. *SAFADEZA* é que a um Político não se exija a mínima comprovação de Capacidade para exercer o Cargo (e nem estamos a nos referir à capacidade
Intelectual ou Cultural).
 
😡7. *SAFADEZA* é o valor gasto por essa tropa de safados com alimentação, veículos Oficiais, Motoristas, Viagens (sempre em 1ª Classe), Cartões de Crédito e etc.
 
😡8. *SAFADEZA* é essa mesma corja ter direito a quase 5 meses de Férias ao Ano (48 dias no Natal, uns 17 na Semana Santa, (mesmo que muitos se declarem não religiosos), e uns 82 dias no Verão).
 
😡9. *SAFADEZA* é essa corja, quando acaba um mandato, manter 80% do Salário por mais 18 meses.
 
😡10. *SAFADEZA* é ex-Ministro, ex-Secretário de Estado e outros de Altos Cargos da Política serem os únicos cidadãos deste País que podem legalmente acumular dois recebimentos do Erário Público.
 
😡11. *SAFADEZA* é se permitir que usem os Meios de Comunicação Social para mentir à Sociedade sobre seus feitos e seguirem assaltando os Bolsos dos Contribuintes.
 
Esta deveria ser uma dessas correntes que nunca poderia se romper!!!
*NUNCA,* porque só nós podemos acabar com 😡 *TUDO ISSO.* 😡
😡😡😡😡😡😡
*UMA GRANDE SAFADEZA SERÁ NÃO REENVIAR ESSA MATÉRIA A TODOS OS MEMBROS DA SUA LISTA, ESPECIALMENTE ÀQUELES EVENTUAIS AMIGOS POLÍTICOS, VEZ QUE ELES SÃO OS PRINCIPAIS RESPONSÁVEIS POR TODA ESSA GRANDE SAFADEZA!!!*
😡😡😡😡😡😡😡😡😡😡😡
Se você não repassar é porque apóia.             😡😡😡😡😡😡😡😡😡😡

12 de set. de 2016

190 - Cirurgia Bariátrica - Nova Constituição

A nossa Constituição, não precisa de lipoaspiração, não.
Precisa de uma Cirurgia Bariátrica .

Os Deveres constitucionais do Estado e das pessoas, físicas e jurídicas,  foram esquecidos por uma espécie de “pacto de silêncio” para que o Estado ditatorial, "onipotente", seja o responsável pela concretização dos " direitos" fundamentais do Povo, obrigado-o  a pleitear em juízo a  satisfação desses "direitos" que deveriam estar assegurados nos Deveres Constitucionais da Pessoas Físicas e Jurídicas, Públicas e Privadas.


A Constituição tem um notável cuidado em “garantir direitos” ao Povo, ignorando a máxima de que não há direito que não se vincule pelo menos a um dever, tanto do Estado quanto do Cidadão.  Criou  a ideia do direito absoluto  de todos por tudo, ao querer igualar os desiguais e para isso criou uma "lista telefônica" com privilégios travestidos de direitos de alguns "picaretas" do Congresso e dos seus grupos de interesse que os financiam e os colocam no poder.

O ministro e senador José Serra defende uma "lipo"na Constituição e  se alinha aos especialistas que detectam nela a raiz dos problemas fiscais hoje enfrentados pelo País:
 “É evidente que boa parte do problema fiscal brasileiro surgiu da Constituição de 1988”, afirmou. “A meu ver, entre outras coisas, porque a forte descentralização de receitas não correspondeu a uma descentralização de encargos.”
Outros problemas foram o aumento dos encargos trabalhistas e a concessão de estabilidade no emprego para funcionários públicos que não haviam passado por concurso. O “trem da alegria”, como ficou conhecido na época, ocorreu nas três esferas de governo.
Por outro lado, o ministro alertou que nem todos os problemas fiscais existentes hoje são decorrentes da Carta. “Outra parte deles veio simplesmente da má gestão, principalmente no segundo governo Lula, e subsidiariamente, na gestão Dilma.”

6 de set. de 2016

189 - PADRONIZAÇAO DAS CALÇADAS

 PSDB à Prefeitura de São Paulo, João Doria, disse que pretende padronizar e refazer as calçadas da cidade visando a acessibilidade.
“As calçadas em São Paulo são horríveis, são péssimas, são esburacadas, e não têm padrão. Vamos estabelecer um padrão seguindo referências internacionais para que as calçadas possam ser refeitas. Serão milhares de quilômetros de calçadas que devem ser refeitas.”
Para Doria, as calçadas não são uma “obrigação terceirizada”. “A Prefeitura tem que refazer as calçadas, garantindo tanto às pessoas com deficiência quanto às pessoas que usam as calçadas o direito de utilizar calçadas que sejam adequadas, planas, não sejam esburacadas, e sinalizadas.“
O estado atual das calçadas impede que pessoas com necessidades especiais - como por exemplo os cadeirantes, os idosos e até as mães com seus bebês nos carrinhos possam circular com segurança. Por conta da responsabilidade de cada proprietário dos lotes urbanos e ante a não exigência de padronização as calçadas foram construídas de várias formas resultando num festival de materiais dos mais diversos tipos,  alguns escorregadios .

Com o padrão de uniformização, será possível garantir a acessibilidade universal, que permite a mobilidade de idosos, crianças e também deficientes. E para isso é necessária  uma regulamentação  estabelecendo novos padrões de calçadas e passeios públicos e critérios para a sua construção/reconstrução, conservação, utilização  e limpeza; obras e serviços nas calçadas, vias e logradouros públicos; trânsito público; localização de árvores, postes, cabines telefônicas, lixeiras, trailers, bancas de jornais, revistas e livros; publicidade; terrenos não edificados e da edificação compulsória, bem como responsabilidades  e penalidades.

www.debitandodeveres.blogspot.com

182 - Alô, alô, Prefeito e Vereadores de São Paulo

2 de ago. de 2016

188 - Eu sou eu e meus direitos e deveres.

Quem não deve não teme...
Somos pessoas orgulhosas que negam temer... sempre dispostas a reclamar direitos e esquecer deveres.
Para corrigir a Natureza perversa precisamos de estadistas com o dom da esperança de melhorar o comportamento social através do amor ao  cumprimento dos deveres naturais.
Precisamos de estadistas que  criem deveres constitucionais para as  pessoas físicas e jurídicas, condições práticas no cotidiano, que enxerguem sem orgulho e medo este mundo  insustentável, incerto, falso, sofrido que precisa de coragem para tornar as pessoas  menos infelizes.
Esquecemo-nos que estamos a percorrer um caminho de vida fútil que nada acrescentará ao nosso efêmero destino...
Somos narcisistas contemporâneos, mesquinhos à procura de qualidade de vida a qualquer custo.
Assistimos pacificamente ao narcisismo e à covardia do monopólio da violência estatal que decide quando e quem tem direitos e quando podemos reclamá-los.
Imita a Natureza com sua inconsistência atávica  que cria mas também mata. Cria até direitos especiais para os detentores do poder.
Proíbe a pena de morte, mas perdoa... ou não previne... a lei de talião dos criminosos com direito natural...para a executarem.
Passamos a reclamar o direito à covardia como forma de emancipação !
Enfim, assistimos a uma justiça  sem coragem, insuficiente,  para lidarmos com o Mal.
Esquecemos que somos pó, que desta vida absurda, trágica, não carregamos as vantagens sobre os outros.
Nossa natureza egoísta retrata bem como somos malfeitores desesperados, fingindo ser bonzinhos socialmente.
Desencantamo-nos com as condições históricas que produzem nossa vida vazia produzida pela perda de vínculos familiares e comunitários e apelamos para o relativismo da ciência, o acúmulo de informações e o marketing moral que nos levam à crescente mercantilização das relações humanas.
O relativismo da ciência contamina as relações familiares.
Nem conversamos mais ao vivo. Comunicamo-nos por WhatsApp !
É o fim a picada...

29 de jul. de 2016

187 - Plano Temer - Movimento Democracia Participativa

TEMER SERIA CANONIZADO E ADORADO PELO POVO BRASILEIRO
14 h ·
É muito perfeito pra ser verdade. kkkkkk

28 de jul. de 2016

186 - Ditadura Burocrática dos Direitos

A Constituição Cidadã de 1988, restauradora da democracia após mais de 20 anos de um regime totalitário, tem um notável cuidado em “garantir direitos” ao Povo, ignorando a máxima de que não há direito que não se vincule pelo menos a um dever, tanto do Estado quanto do Cidadão. 

Os Deveres fundamentais e os Deveres do Cidadão em geral, foram esquecidos por uma espécie de “pacto de silêncio” para que o Estado ditatorial, "onipotente", seja o responsável pela concretização dos " direitos" fundamentais do Povo, obrigado-o  a pleitear em juízo a sua satisfação . 

Precisamos urgentemente de novos códigos de Deveres constitucionais do Estado e das outras pessoas, físicas e jurídicas:  

Deveres constitucionais do Estado e do Cidadão.
Deveres e penalidades patronais e trabalhistas.
Deveres e penalidade do Executivo, do Legislativo, do Judiciário e da Advocacia.  


À medida que o  Estado e a Sociedade aumentam o cumprimento de seus deveres recíprocos, o indivíduo passa a sentir-se cada vez mais auto suficiente para viver decentemente sem a dependência direta dos famigerados direitos e,  menos egoísta, convivendo em parceria com pessoas físicas e jurídicas cumpridoras de seus deveres recíprocos, em prol do Bem-estar Coletivo.

A Civilização vem cedendo muito à tentação, quase estrutural, de substituir o exercício e o cumprimento dos Deveres Individuais (a Ética e a Moral) pela defesa dos Direitos Humanos, positivismo jurídico que dá preferência ao lado do interesse e ao desrespeito à Lei Natural. 

A Sociedade está descrente da Ditadura Burocrática dos Direitos que tanto ajuda os infratores, os procrastinadores, os egoístas e oportunistas que se beneficiam até com a prescrição por decurso de prazo e os direitos adquiridos.
Cada vez mais se definem e reconhecem “direitos”, os mais variados e numerosos, sem os correspondentes e necessários Deveres Sociais Universais.
Não é a Lei que deve proclamar os “direitos”, privilégios e interesses das pessoas.
O cidadão é extremamente hábil para defende-los e se esquivar do seus deveres.
O juiz sentencia sobre o pleiteado cumprimento do Dever de alguém.
 

26 de jul. de 2016

185 - “Eu sou eu e minhas circunstâncias”.


A substância do marketing moral reside na hipocrisia de fingir virtudes que não se tem.
Tudo e todos somos commodity e podemos ser vendidos nos mercados em que atuamos enquanto não formos "mercadoria" vencida, sem interesse no mercado da vida social.
O mercado da espiritualidade contemporânea faz sentirmo-nos inseguros em qualquer lugar, porque sabemos que sempre alguém pode valer mais que a gente.
Cedo aprendemos que nossa liberdade tem limites de ordem moral, social, vigor físico, legal, conjuntural, etc., que determinam até que ponto nos sentimos  conhecedores das causas eficientes do
grande problema social de hoje que reside na preguiça travestida de crítica social e defesa dos direitos,  que nos tornam incapazes de acordar cedo e enfrentar o fato de que  vida não tem garantias.
Temos a  faculdade de poder fazer o que se deve fazer, permitido por Lei, de cumprir e fazer cumprir os Deveres Sociais e Governamentais, previsto na Lei, para a tentativa de se garantir o Bem-estar Coletivo. É uma aposta, sem segurança absoluta. Ao atendermos as exigências legais sentimos a sensação de liberdade momentânea. Livres destes compromissos, outros estão latentes a todo o instante:a falta  de saúde, a propaganda, o lugar, o emprego, os negócios, a cultura, o estudo, o tempo, a família, o conforto, a moda, os amigos, o namoro, o sexo, o vício, a mania, o lazer, a criminalidade, a fofoca, a política , a inflação, o trânsito, a poluição, etc., são fatores que influenciam e determinam a nossa aparente liberdade.
Nos tempos de paz e de fartura nossa liberdade é mais ampla do que deve ser em tempos de guerra e escassez
.
É na escassez que os narcisistas que julgam que o mundo só lhes deve prover, caem na real de que precisam e  devem prover, para que as coisa aconteçam.
À medida que as Famílias, o  Estado e a Sociedade aumentam o cumprimento de seus deveres recíprocos, o indivíduo passa a sentir-se cada vez mais auto suficiente para viver decentemente sem a dependência direta dos famigerados direitos e,  menos egoísta, convivendo em parceria com pessoas físicas e jurídicas cumpridoras de seus deveres recíprocos, em prol do Bem-estar Coletivo.
A palavra de ordem deste século é parceria, a aproximação de dois inteiros, e não a união de duas metades.
A parceria só é possível para aqueles que conseguirem trabalhar sua individualidade cumprindo seus deveres.

Somos "crianças"
amorosas seletivamente, generosas às vezes, invejosas muitas vezes e violentas se tivermos razão para isso.
Nossa evolução capitalista se deu graças à moral  dos deveres e não dos direitos.
A democracia é linda na divisão do processo do poder, mas é terrível na quantidade de idiotas preguiçosos existentes no mundo, usados para formar a maioria defensora dos direitos individuais.
O contrato social com direito a tudo  é inviável; é o  caos que carregamos dentro de nós e que temos de combater dia a dia.
Dirigir direito, debitando deveres é preciso.
Se o Estado deixar, o caos toma conta.

 



 








16 de jul. de 2016

184 - 51% DE VOTOS NULOS OBRIGAM A NOVAS ELEIÇÕES COM NOVOS CANDIDATOS

VOTO NULO = 000 + TECLA VERDE*
Você sabe como eliminar 90% dos políticos corruptos em uma única vez ?
Isso mesmo, *em uma única vez.* Preste muita *atenção*:
Você sabe para que serve o *VOTO NULO ?*
Acredita-se que menos de *1% da população* saiba algo sobre isso. Ridículo a *preservação da ignorância* neste país....
*Então, vamos a um exemplo:*
Imagine uma eleição qualquer, em que os candidatos sejam:
👉AÉCIO NEVES
👉GERALDO ALCKMIN
👉SERRA
👉EDUARDO CUNHA
👉MICHAEL TEMER
entre outros.
Campanha vai e campanha vem, você se acha na obrigação de escolher uma dessas figuras ( *o tal do* *"menos ruim"* ) e com isso *acaba afundando* mais o nosso país!
Mas, aí você diz: *"Nesse caso, não temos saída".*
*Engano seu.*
O QUE VOCÊ NÃO SABE É QUE, SE NUMA ELEIÇÃO *HOUVER MAIORIA DE "VOTOS NULOS"*
*É OBRIGATÓRIO HAVER NOVA ELEIÇÃO COM CANDIDATOS DIFERENTES* DAQUELES QUE PARTICIPARAM DA PRIMEIRA!!!
*Ainda não entendeu ?*
Se, no exemplo de eleição acima, *_você e muita gente votasse nulo_*, seria obrigatório haver uma *NOVA ELEIÇÃO* e esses ~pilantras~ não poderiam concorrer ao mesmo cargo político, *pelo menos por mais 4 anos !*
Agora você entendeu *por que isso nunca foi divulgado ?*
*_Acha que é mentira ?_*
👉Ligue para o Superior Tribunal Eleitoral.
👉Ligue para OAB.
Aproveite e ligue também para a
👉Folha de São Paulo
👉O Estado de São Paulo
👉O Globo
👉O Diário Catarinense
👉O Estado do Paraná
👉A Gazeta do Povo
👉a Zero Hora e para todas as revistas e jornais importantes desse país, e então lhes pergunte *porque isso nunca foi divulgado antes ?*
*Segundo a legislação Brasileira*, se a eleição tiver *_51% de votos nulos_*, o pleito é *ANULADO* e novas eleições têm que ser *convocadas imediatamente*; e os candidatos não eleitos ficarão *IMPOSSIBILITADOS DE CONCORRER NESSA NOVA ELEIÇÃO !!!*
*É disso que o Brasil precisa:*
Um susto nessa gente!
Esta campanha vale a pena!
*N U L O neles !!!*

27 de jun. de 2016

183 - MOP - Movimento Ordem e Progresso

MOP MOVIMENTO ORDEM E PROGRESSO
POP PARTIDO ORDEM E PROGRESSO
PROJETO DE ESTADISTAS ÉTICOS

Os recados de Temer subentendem que há necessidade de uma fusão de  partidos que forme
um partido forte  de intenções patrióticas.  Sugiro seja o POP -  Partido Ordem e Progresso.


"é preciso um governo de salvação nacional e, portanto, de União nacional. É preciso que se reúna todos os partidos políticos e todos os partidos políticos estejam dispostos à colaboração para tirar o País da crise. " 

"Estado brasileiro tem que cuidar de segurança, saúde, educação, enfim, de alguns temas fundamentais que não podem sair da órbita pública. Mas, no mais, tem que ser entregue à iniciativa privada. Iniciativa privada no sentido da conjugação da ação entre empregadores e trabalhadores. Neste particular, pretendemos fazer várias reformas que incentivem a harmonia entre esses dois setores da produção brasileira.

Como não pensar numa reforma política? Como não pensar numa reforma tributária? E, evidentemente, a reforma tributária envolve um outro tema, que é a revisão do pacto federativo. Toda vez que você pensa numa reforma tributária, você está pensando na distribuição de competências e de recursos para as entidades federativas.  

uma conjugação de governo, governança e governabilidade para dizer que o governo são os órgãos constituídos, não tem a menor dúvida, Executivo, Legislativo, Judiciário. A governança vem pelo apoio político que o governo consegue dos partidos políticos e do Congresso Nacional. Mas é preciso mais do que isso. É preciso a governabilidade. A governabilidade exige que haja uma aprovação popular do próprio governo. Portanto, a classe política unida com o povo levará ao crescimento do País e, portanto, ao apoio ao governo. É com esses três fatores que vamos lidar. "





182 - Alô, alô, Prefeito e Vereadores de São Paulo

25 de jun. de 2016

181 - Mensagem de Temer


"Quero neste momento me dirigir ao povo brasileiro para dizer algumas das matérias que penso que devam ser por mim agora enfrentadas. Faço naturalmente com muita cautela porque, na verdade, sabem todos, há mais de um mês eu me recolhi precisamente para não aparentar que eu estaria cometendo algum ato, praticando algum gesto com vistas a ocupar o lugar da senhora presidente da República.

Recolhi-me o quanto pude. Mas, evidentemente, neste período fui procurado por muitos aflitos com a situação do nosso País. Agora, quando a Câmara dos deputados decide por uma votação significativa declarar a autorização para a instauração de processo de impedimento contra a senhora presidente, muitos me procuraram para que eu desse ao menos uma palavra preliminar à nação brasileira, o que faço com muita modéstia, com muita cautela, com muita moderação, mas também em face da minha condição de vice-presidente e, naturalmente, substituto constitucional da senhora presidente da República.

Desde logo, quero afirmar que temos um longo processo pela frente, passando pelo Senado Federal. Todas as minhas palavras levarão em conta apenas a decisão da Câmara dos Deputados. Portanto, também minhas palavras são provisórias, já que temos que aguardar e respeitar a decisão soberana que o Senado Federal proferirá a respeito deste tema. Seja quando à admissibilidade da autorização, seja quanto, ao final, o julgamento propriamente dito. Portanto, quero, neste momento, prestar uma homenagem ao Poder Legislativo, tanto à Câmara dos Deputados, que já debateu amplamente este assunto, quanto ao Senado Federal, que irá debater. E, desde logo, quero comunicar aos amigos e colegas, homens públicos, senadores da melhor cepa, sabedoria, que aguardarei respeitosamente a decisão do Senado Federal. Não quero avançar o sinal. Até imaginaria que eu poderia falar depois da decisão do Senado, mas sabem todos os que me ouvem que, quando houver a decisão definitiva, a decisão do Senado, preciso estar preparado para enfrentar os graves problemas que hoje afligem o  nosso País.

Desde logo quero dizer aos que me ouvem, repetir, na verdade, o que tenho pregado ao longo do tempo. Os senhores sabem, os brasileiros sabem que, há mais de oito, dez meses, tenho feito pronunciamentos referentes à pacificação do País, à unificação do País porque é chocante, para não dizer tristíssimo, verificar os brasileiros controvertendo-se entre si, disputando ideias e espaços, até aí tudo bem. Mas, quando parte para uma coisa quase física, isso não pode acontecer no nosso País.

A grande missão, a partir deste momento, é a da pacificação do País, da reunificação do País. Estou repetindo o que venho dizendo há muito tempo como responsável por uma parcela da vida pública nacional. Devo dizer também, isto fica para aconteça o que acontecer no futuro, que é preciso um governo de salvação nacional e, portanto, de União nacional. É preciso que se reúna todos os partidos políticos e todos os partidos políticos estejam dispostos à colaboração para tirar o País da crise. Sem essa unidade nacional, penso que será difícil tirar o País da crise em que nos encontramos. Para tanto, é preciso diálogo. O fundamental agora é diálogo. Em segundo lugar, a compreensão. Em terceiro lugar, para não enganar ninguém, a ideia de que vamos ter muitos sacrifícios pela frente. Sem sacrifícios não conseguiremos avançar para retomar o crescimento e o desenvolvimento que pautaram a atividade do nosso País nos últimos tempos antes desta última gestão.

É preciso retomar o crescimento e eu não quero que isto fique em palavras vazias. Tenho muita convicção, como muitos me dizem que a mudança pode gerar esperança e que, gerando esperança, isso pode gerar investimentos não só investimentos nacionais, mas investimentos estrangeiros. Precisamos restabelecer a crença no Estado brasileiro, nas potencialidades do Estado brasileiro. Devo dizer aos que me ouvem que fiz muitas viagens internacionais no primeiro mandato e verifiquei o quanto os outros países que têm muito dinheiro em suas mãos querem fazer aplicando no Brasil. Querem acreditar no Brasil.

O que aconteceu nos últimos tempos foi um descrédito no nosso País e o descrédito é o que leva à ausência do crescimento, à ausência do desenvolvimento, que faz retomar a inflação. De um lado, portanto, temos absoluta convicção de que é preciso prestigiar a iniciativa privada, é preciso que os empresários do setor industrial, do setor de serviços, do setor agrícola, do setor do agronegócio, dos vários setores da nacionalidade se entusiasmem novamente com estes investimentos.

Ao dizer isso, estou pensando apenas naqueles que possam investir? Não. Diferentemente, estou pensando em manter as conquistas sociais dos últimos tempos. Por exemplo, o emprego é uma coisa fundamental para todos os brasileiros. Para que haja emprego, é preciso que haja uma conjugação dos empregadores com os trabalhadores. Você só tem emprego se a indústria, o comércio, as atividades de serviço todas estiverem caminhando bem. A partir daí que você tem emprego e pode retomar o emprego.

De outro lado, devo dizer também que, de fora parte um projeto pela empregabilidade plena, é preciso manter certas matérias sociais porque nós todos sabemos que o Brasil ainda é um País pobre. Portanto, e eu sei que dizem de vez em quando que, se outrem assumir, vamos acabar com Bolsa Família, vamos acabar com Pronatec, vamos acabar com Fies. Isso é falso. É mentiroso e fruto dessa política mais rasteira que tomou conta do País. Portanto, neste particular, quero dizer que nós deveremos manter estes programas e até, se possível, revaloriza-los e ampliá-los até que, isto eu quero deixar claro, o Bolsa Família, por exemplo, há de ser um estágio do Estado brasileiro. Daqui a alguns anos, a empregabilidade tenha atingido um tal nível que não haja necessidade de Bolsa Família. Mas, enquanto persistir a necessidade, manteremos.

Lanço uma mensagem àqueles que têm o capital e àqueles que querem uma mensagem do trabalho e lanço uma mensagem para aqueles que sequer trabalho ainda conseguiram. Claro que vamos incentivar enormemente as parcerias público-privadas à medida que isso pode trazer emprego ao País. Temos absoluta convicção de que hoje, mais do que nunca, o Estado não pode tudo fazer. O Estado depende da atuação dos setores produtivos do País. Empregadores de um lado, trabalhadores de outro lado. Estes setores produtivos é que, aliançados, vão fazer a prosperidade do Estado brasileiro. Estado brasileiro tem que cuidar de segurança, saúde, educação, enfim, de alguns temas fundamentais que não podem sair da órbita pública. Mas, no mais, tem que ser entregue à iniciativa privada. Iniciativa privada no sentido da conjugação da ação entre empregadores e trabalhadores. Neste particular, pretendemos fazer várias reformas que incentivem a harmonia entre esses dois setores da produção brasileira.

Tudo isso que estou a dizer significará, devo registrar, sacrifícios iniciais para o povo brasileiro, em primeiro lugar. Em segundo lugar, não quero gerar nenhuma expectativa falsa. Não pensemos que, se houver uma mudança no governo, em três, quatro meses estará tudo resolvido. Em três, quatro meses, poderá começar a ser encaminhado para resolvermos a matéria ao longo do tempo. Se houver este governo de transição, ou, se não houver, fica essa sugestão que estou fazendo para o governo que vier a manter-se, ficam essas sugestões que, reitero, não são sugestões por mim formuladas ou formatadas neste momento, mas que foram feitas ao longo do tempo.

Há reformas que são fundamentais para o País. Nós todos sabemos. Agora, toda e qualquer reforma não alterará os direitos já formatados, já adquiridos pelos cidadãos. Mas temos que preparar o País do futuro. Muitas matérias até estão em tramitação no Congresso Nacional  e nós queremos ter uma base parlamentar muito sólida que nos permita conversar com a classe política, mas conversar também com a sociedade. Os senhores sabem, os que assistiram às minhas palestras nos últimos tempos, que eu faço uma distinção e uma conjugação de governo, governança e governabilidade para dizer que o governo são os órgãos constituídos, não tem a menor dúvida, Executivo, Legislativo, Judiciário. A governança vem pelo apoio político que o governo consegue dos partidos políticos e do Congresso Nacional. Mas é preciso mais do que isso. É preciso a governabilidade. A governabilidade exige que haja uma aprovação popular do próprio governo. Portanto, a classe política unida com o povo levará ao crescimento do País e, portanto, ao apoio ao governo. É com esses três fatores que vamos lidar.

É claro que não vou falar aqui sobre reformas que são fundamentais porque isso será fruto de um desdobramento ao longo do tempo. Como não pensar numa reforma política? Como não pensar numa reforma tributária? E, evidentemente, a reforma tributária envolve um outro tema, que é a revisão do pacto federativo. Toda vez que você pensa numa reforma tributária, você está pensando na distribuição de competências e de recursos para as entidades federativas.

É preciso, mais do que nunca, que as entidades federativas tenham uma autonomia verdadeira. Ou seja, que nós tenhamos uma Federação real e não uma Federação artificial com o tem acontecido nos últimos tempos.  Sei, por exemplo, no tópico da Federação, da grande dificuldade dos Estados e municípios nos dias atuais. Há estudos referentes à eventual anistia ou perdão de uma parte das dívidas e até da revisão dos juros que são pagos pelas unidades federadas. Vamos levar isso adiante. Vamos estudar isso com muita detença e vamos levar isso adiante porque a força da União deriva também da força dos Estados e da força dos municípios.

17 de jun. de 2016

180 - Ensaiando mais uma vez. Recado ao Temer


5) Celeridade nas ações de improbidade administrativa
Dar mais agilidade à fase inicial das ações de improbidade administrativa com a adoção de uma defesa inicial única (hoje ela é duplicada), após a qual o juiz poderá extinguir a ação caso seja infundada. Além disso, sugere-se a criação de varas, câmaras e turmas especializadas para julgar ações de improbidade administrativa e ações decorrentes da lei anticorrupção. Por fim, propõe-se que o MPF firme acordos de leniência, como já ocorre no âmbito penal (acordos de colaboração), para fins de investigação.
6) Reforma no sistema de prescrição penal
Com o objetivo de corrigir distorções do sistema, as mudanças envolvem a ampliação dos prazos da prescrição da pretensão executória e a extinção da prescrição retroativa (instituto que só existe no Brasil e que estimula táticas protelatórias).
7) Ajustes nas nulidades penais
Ampliar a preclusão (perda do direito de recorrer a uma sentença por estar fora do prazo legal) de alegações de nulidade; condicionar a superação de preclusões à interrupção da prescrição a partir do momento em que a parte deveria ter alegado o problema e se omitiu; estabelecer, como dever do juiz e das partes, o aproveitamento máximo dos atos processuais e exigir a demonstração do prejuízo gerado por um defeito processual
8) Responsabilização dos partidos políticos e criminalização do caixa 2
Esta medida visa responsabilizar os partidos políticos pelas práticas corruptas, criminalizar o caixa 2 (contabilidade paralela) e criminalizar, no âmbito eleitoral, a lavagem de dinheiro proveniente de infração penal, de fontes de recursos vedadas pela legislação eleitoral ou que não tenham sido contabilizados conforme o exigido pela legislação
9) Prisão preventiva para evitar a dissipação do dinheiro desviado
Tornar possível a prisão preventiva para que se possa identificar e localizar os valores desviados, assegurar a sua devolução ou evitar que sejam utilizados para financiar a fuga ou defesa dos investigados. Essa medida também propõe mudanças para que o dinheiro sujo seja rastreado mais rapidamente, facilitando tanto as investigações como o bloqueio de bens obtidos ilicitamente.
10) Recuperação do lucro derivado do crime
Criação de medida que permita confiscar a parte do patrimônio do condenado que corresponda à diferença entre o patrimônio de origem comprovadamente lícita e o patrimônio total. Outro ponto dessa proposta visa possibilitar o confisco dos bens de origem ilícita, independentemente da responsabilização do autor dos fatos ilícitos, que pode não ser punido por não ser descoberto, por falecer ou em decorrência de prescrição.



16 de jun. de 2016

179 - Ensaiando mais uma vez. Recado ao Temer

10 medidas contra a corrupção
solicitadas pelo MPF e o Povo, em  abaixo assinado, como segue:
1) Prevenção  à corrupção, transparência e proteção à fonte de informação
Dentre as propostas sugeridas estão: testes de integridade – sem o conhecimento do agente público ou funcionário – que simulem situações para avaliar conduta moral moral e predisposição para cometer crimes contra a Administração Pública; o investimento de 10% a 20% dos recursos de publicidade dos órgãos públicos em ações voltadas ao estabelecimento de uma cultura de intolerância à corrupção, treinamento de funcionários públicos, realização de programa de conscientização em universidades; estímulo à denúncia de casos de corrupção, além de tornar obrigatória a prestação de contas do Judiciário e do Ministério Público sobre duração dos processos que ultrapassem o prazos razoáveis de duração
2) Criminalização do enriquecimento ilícito de agentes públicos
Estabelecimento de penas de três a oito anos para crimes de enriquecimento ilícito, passíveis de alteração no caso de delitos menos graves. Caberá, no entanto, à acusação provar a existência de renda discrepante da fortuna acumulada pelo agente público. Se houver dúvida quanto à ilegalidade da renda, o suspeito será absolvido
3) Aumento das penas e crime hediondo para corrupção de altos valores
Os procuradores propõem o aumento das penas para corrupção, que hoje são de 2 a 12 anos, para de 4 a 12 anos. Com isso, a prática do crime de corrupção passa a implicar, no mínimo, prisão em regime semiaberto. A pena estaria escalonada segundo o valor envolvido no crime, podendo variar de 12 a 25 anos, quando os valores desviados ultrapassem R$ 8 milhões.
4) Aumento da eficiência e da justiça dos recursos no processo penal
Com o objetivo de aumentar a rapidez na tramitação de recursos sem prejudicar o direito de defesa, a medida propõe alterações no Código de Processo Penal (CPP) e uma emenda constitucional. As mudanças incluem a possibilidade de execução imediata da condenação quando o tribunal reconhece abuso do direito de recorrer; a revogação dos embargos infringentes e de nulidade; a extinção da figura do revisor; a vedação dos embargos de declaração; a simultaneidade do julgamento dos recursos especiais e extraordinários; novas regras para habeas corpus; e a possibilidade de execução provisória da pena após julgamento de mérito do caso por tribunal de apelação

178 - Ensaiando mais uma vez. Recado ao Temer

Considero-me um eventual malfeitor, insignificante, como a grande maioria das pessoas, motivadas que somos nalguns momentos da vida  pelo egoísmo natural e pelas circunstâncias.
Eu sou eu e minhas circunstâncias.
O grande problema da vida está no fato de nem sempre termos controle sobre o instinto egoísta, principalmente quando não somos convenientemente vigiados por pessoas ou ameaçados por  leis severas de conduta. Dizem que quem usa (abusar dos malfeitos) cuida para não dever e  temer...
Temer é preciso ...
Para coibir o exacerbado comportamento egoísta  das pessoas é necessário  um
freio constitucional:   
Deveres Recíprocos das Pessoas Físicas e Jurídicas Públicas e Privadas
com penalidades severas para os criminosos que atentam contra a Segurança Nacional, pela corrupção e dilapidação do erário, e pela somatória de mais de 100 anos de condenações, sujeitos a pena de morte por tão graves e seguidos desrespeitos ao Contrato Social.
Ninguém com maior força do que o novo Presidente do Brasil, um professor de Ciências Constitucionais, Sociais e Jurídicas, primeiro mandatário da Nação, chefe das Forças Armadas para resolver o grave problema nacional da falência moral e financeira em que nos encontramos,  para promulgar uma
Carta Constitucional de Deveres Recíprocos,iniciando por exigir por ato institucional e sob pena de intervenção  que o Congresso aprove em regime de urgência as
10 medidas contra a corrupção