O Poder :
Quem pode não deve ?
Normalmente quem pode ...enquanto pode ...só tem direitos a haver...
Razão pela qual as leis devem promulgar apenas Deveres Sociais e Estaduais para todos.
Para tanto, as normas, em sentido lato, têm que ser interpretadas, considerando a proibição de condutas antiéticas, que o Legislador impõe através dos implícitos
Deveres Individuais, Sociais, Coletivos e do Estado.
A leis devem ser realistas, deveres acatáveis por todos, mesmo que isso prejudique os Advogados ...
A nossa natureza , por ser instintivamente egoísta, faz com que o Poder Legislativo precise tomar todas as precauções racionais e conscientes sobre a necessidade de dar mais ênfase ao Dever do que ao “direito”. Se “A” tem “direito” a determinada coisa de “B”, o Legislador deve proclamar que “B” deve essa satisfação a “A”. As leis dos deveres embasados em princípios morais, éticos, sociais, não oferecem margem para a prevaricação porque estão alicerçadas na verdade, difícil de ser deturpada pelo egoísmo dos poderosos.
O Dever :
Devemos cumprir e fazer cumprir os Deveres para não serem penalizados , tanto direta quanto indiretamente pelo descaso. O Povo quer que os políticos sejam honestos...
Mas esses políticos que aí estão saíram do meio desse mesmo Povo.
Vamos dar o bom exemplo ! Cumprir e fazer cumprir os deveres recíprocos.
Há um documento que há anos está em gestação no conselho mundial de ex-presidentes e chefes de governo, o InterAction Council. Trata-se de buscar inserir, na agenda das Nações Unidas, uma
Declaração Universal dos Deveres e Responsabilidades Humanas.
Esta nova liderança, concebida nos deveres não existe porque a natureza humana é, de um modo geral, relapsa a “deveres”, os “filósofos sociais” tendem a ter das coisas uma visão mais otimista do que realista e a esmagadora maioria dos políticos não resiste à demagogia.
Quem pode não deve ?
Normalmente quem pode ...enquanto pode ...só tem direitos a haver...
Razão pela qual as leis devem promulgar apenas Deveres Sociais e Estaduais para todos.
Para tanto, as normas, em sentido lato, têm que ser interpretadas, considerando a proibição de condutas antiéticas, que o Legislador impõe através dos implícitos
Deveres Individuais, Sociais, Coletivos e do Estado.
A leis devem ser realistas, deveres acatáveis por todos, mesmo que isso prejudique os Advogados ...
A nossa natureza , por ser instintivamente egoísta, faz com que o Poder Legislativo precise tomar todas as precauções racionais e conscientes sobre a necessidade de dar mais ênfase ao Dever do que ao “direito”. Se “A” tem “direito” a determinada coisa de “B”, o Legislador deve proclamar que “B” deve essa satisfação a “A”. As leis dos deveres embasados em princípios morais, éticos, sociais, não oferecem margem para a prevaricação porque estão alicerçadas na verdade, difícil de ser deturpada pelo egoísmo dos poderosos.
O Dever :
Devemos cumprir e fazer cumprir os Deveres para não serem penalizados , tanto direta quanto indiretamente pelo descaso. O Povo quer que os políticos sejam honestos...
Mas esses políticos que aí estão saíram do meio desse mesmo Povo.
Vamos dar o bom exemplo ! Cumprir e fazer cumprir os deveres recíprocos.
Há um documento que há anos está em gestação no conselho mundial de ex-presidentes e chefes de governo, o InterAction Council. Trata-se de buscar inserir, na agenda das Nações Unidas, uma
Declaração Universal dos Deveres e Responsabilidades Humanas.
Esta nova liderança, concebida nos deveres não existe porque a natureza humana é, de um modo geral, relapsa a “deveres”, os “filósofos sociais” tendem a ter das coisas uma visão mais otimista do que realista e a esmagadora maioria dos políticos não resiste à demagogia.

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